14 comentários em “Frases de 2021 (24)”

  1. Calma, podem ficar descansados que o ex sargento já disse que não revela a lista de diplomatas e generais envolvidos.

  2. Depois do entediante caso de Tancos que revela a massa crítica que por ali anda já nada surpreende. Aquela gente afinal é igualzinha à outra cá fora: preguiçosos, oportunistas e aldrabões e todos com uma enoooorme falta de ética pessoal.

    A ética colectiva não existe — é o cagalhão onde aquela gente enfia a cabeça todos os dias. Cambada de estúpidos ignorantes.

  3. Não sei se o Ministro da Defesa sabia, ele próprio, o que se estava a passar. Se sabia, estou seguro que transmitiu a situação ao António Costa, como seria normal. Então, com a declaração que fez de que nada sabia, António Costa está a mentir para proteger-se, queimando o seu Ministro da Defesa sem qualquer pudor. Portanto, nada de novo. Fica muito mal, mas é o que temos.

  4. Qual a novidade? Na verdade temos Tancos parte 2, com o ministro a nada dizer ao seu chefe e com o referido chefe a nada dizer ao Presidente por nada saber (versão oficial). este sr ministro só não cai porque estamos em “fim de festa”

    Pedro Cunha

  5. Parece claro como água que todos os tapeteiros sabiam. O que falhou foi a perspetiva e a perceção.

  6. Foram roubadas armas em Tancos: Costa e Marcelo “nada sabiam” e o ministro, que nos querem fazer crer sabia de algo com aquela gravidade e nada disse aos seus superiores, demitiu-se. Há nas Forças Armadas uma rede de tráfico: Costa e Marcelo “nada sabiam” e ao ministro, que nos querem fazer crer sabia há dois anos de algo com esta gravidade e nada disse aos seus superiores, já estão a mostrar a porta de saída. Isto começa a parecer, mais do que um método, toda uma forma de ser e estar.

  7. Vejamos, são apenas sinais de normalidade: na mesma semana o sr. primeiro-ministro lava fria e pacatamente as suas mãos perante um assunto “irritante” (foi ele quem usou este eufemístico termo há uns tempos, não foi?) e a função pública lá faz mais uma grevezita. À sexta-feira, naturalmente. Há hábitos perenes na vida da coisa pública – função e chefia dessa função – portuguesa.
    Lá vamos vivendo habitualmente; tantos anos depois, certeiras palavras e desiderato.

  8. Bem, vamos analisar celestialmente a afirmação de Costa.
    O Costa não tem de saber absolutamente nada dessa situação. Quem governa Portugal é Bruxelas e não ele ou outro. Certamente que o CEMGFA e o ministro da defesa de Bruxelas trataram da questão por forma a manter as investigações com bons resultados. Vamos aguardar.

    O que considero verdadeiramente escandaloso é o facto de sermos governados por Bruxelas e ainda não terem apresentado aos europeus um candidato a presidente de Portugal e do resto, se é que o resto não é Portugal.

  9. Meus santinhos terráqueos, só para acrescentar que o tráfico de diamantes era para o bem da construção civil e para oferecer à avozinha um anelzito pechisbeque que o avô não teve oportunidade de oferecer. Tudo no valor de 290,00 euro.
    https://ionline.sapo.pt/artigo/752685/operacao-miriade-diamantes-apreendidos-pela-pj-valem-apenas-290-euros?seccao=Portugal_i
    É meu entendimento que a droga que dizem fazer parte da operação era para consumo pessoal, dando alento aos nossos homens na terrível missão e perigos que corriam.

    Quanto ao tráfico de ouro, é muito provável que se trate de um anel de estimação.

  10. Como já aconteceu no caso de Tancos, em vez de se debater o crime, que deveria ser o principal, debate-se a questão secundaríssima de saber que políticos estavam informados de quê.

    1. Debater o crime? Ou há crime ou não há. Havendo, e aqui parece pacífico haver – e não se tratando de algo qualificado como crime à luz de uma lei iníqua (não será inocente o nome deste blogue) -, a questão é da Justiça e o debate, mais do que sobre o crime, sobre a acção substantivamente correcta e tempestiva dessa Justiça. Ou, entre nós e desgraçadamente, da quase certa acção manifestamente não tempestiva (donde dificilmente “justa”) dessa Justiça e da elevada probabilidade de, dependendo do poder dos envolvidos, tudo acabar substantivamente em nada ou na punição de meros “peões” (idem).
      Já isso de perante uma conduta criminosa que nem terá sido meramente pontual, mera bagatela ou coisa recentíssima, e envolvendo elementos das forças armadas – de quem, permita-se a ousadia deste cidadão, se espera um especial sentido de dever -, a sua tutela executiva e o seu chefe supremo sustentarem nada saber, nada ter que saber e ser até normal que assim seja, isso sim, é que será coisa de debate. Até deveria ser mais do que mero debate.
      Mas não para si, Lavoura, bem o sabemos, para quem o poder parece ser e muito naturalmente irresponsabilizável e insindicável (peculiar posição vinda de um alegado liberal; mas isso é lá consigo).

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