A vírgula (da minha lavra e que não consta, erradamente, do texto jornalístico de onde tirei a frase) é fundamental. Precisamente, desde logo, para indicar o sujeito – indeterminado, neste caso. Sem vírgula, o sujeito passaria a ser “a ditadura”. O que tornaria a frase ainda mais ridícula do que já é. É um bom exemplo de escola. Para se avaliar da importância de uma simples vírgula.
Quer dizer ditadura é o complemento directo. Deveria ir para o acusativo, e não para o nominativo, se tivéssemos declinações. É assim? Melhor teria sido: “dita dura, quere-a quem toma o viagra.” Faz lembrar uma anedota que corria no tempo de Marcelo Caetano. Por que razão quando M. Caetano fala tem sempre a mão no bolso? É para manter a dita dura (duas palavras ou uma conforme quisermos entender).
Tire a vírgula. Entre sujeito e predicado não se coloca vírgula.
A vírgula (da minha lavra e que não consta, erradamente, do texto jornalístico de onde tirei a frase) é fundamental. Precisamente, desde logo, para indicar o sujeito – indeterminado, neste caso.
Sem vírgula, o sujeito passaria a ser “a ditadura”. O que tornaria a frase ainda mais ridícula do que já é.
É um bom exemplo de escola. Para se avaliar da importância de uma simples vírgula.
Afinal, tem razão. A vírgula é necessária.
Quer dizer ditadura é o complemento directo. Deveria ir para o acusativo, e não para o nominativo, se tivéssemos declinações. É assim?
Melhor teria sido: “dita dura, quere-a quem toma o viagra.”
Faz lembrar uma anedota que corria no tempo de Marcelo Caetano. Por que razão quando M. Caetano fala tem sempre a mão no bolso? É para manter a dita dura (duas palavras ou uma conforme quisermos entender).
O trocadilho só existe se não partir a palavra, claro. Problema que não se põe na linguagem oral: só na escrita.