22 comentários em “Frases de 2018 (44)”

  1. Será que em 1978 Miguel Morgado já era vivo e adulto para conseguir avaliar a gravidade da crise da direita portuguesa desse tempo? Eu creio que não!

      1. Miguel Morgado nasceu em julho de 1974. Tem 44 anos. Em 1978 tinha 4 anos de idade e não tinha qualquer capacidade para perceber a crise na qual a direita política estava (alegadamente) mergulhada.

        1. Portanto, apenas conseguimos compreender os factos dos quais somos contemporâneos, é isso?

          Não foi assim que Deus nos quis quando criou Adão, pois o Dilúvio deveu-se afinal à incompreensão do nosso propósito na Terra.

  2. Aqueles que não vêm nada mais à sua frente além das intrigas políticas, também ajudam à crise.

    E mais, a verdadeira crise que existe é de valores. Como foi dito e bem num programa da TV, hoje temos uma sociedade infantil. E eu acrescento, actualmente o que tem valor é TUDO o que é fútil, o que não tem valor real.

    Um exemplo do “circo” que temos:
    https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/os-deputados-podem-abusar-violar-as-regras-e-prevaricar-pois-nao-tem-nenhuma-sancao

    Em comentário na SIC Notícias, Marques Mendes disse que, exceptuando quando acumulam quatro faltas injustificadas no Parlamento, os deputados “podem abusar, violar as regras, prevaricar, pois não têm nenhuma sanção”.

    Mas algumas pessoas só vêm aquilo que os deputados fazem ou deixam de fazer! Não há mais vida além dos deputados?

    Parece que neste país só os deputados é que têm de cumprir as regras, é que têm de ter ética, etc.

    Não acredito que alguns sejam ingénuos e não saibam o resto, o que existe é uma manipulação intencional grave!

    1. Parece que neste país só os deputados é que têm de cumprir as regras, é que têm de ter ética

      Exatamente.

      Criticou-se muito os deputados por falsificarem as suas moradas, quando isso é uma prática corrente de muitíssimos portugueses. Em Portugal as pessoas dão moradas falsas para tudo e mais alguma coisa, mas só os deputados é que são criticados por o fazerem.

      1. Vejo que tem dificuldades em dizer algo de jeito.

        Como é evidente não podemos comparar deputados com o cidadão comum, mas podemos comparar deputados com outros que também têm poder.

        O que seria de esperar de alguns que se divertem aos comentários!

        1. Para mim não é nada evidente. Os cidadãos comuns podem e devem ser comparados com os deputados. Temos o direito de exigir dos cidadãos comuns o mesmo que exigimos dos deputados.

    1. Isso é como com as namoradas: namora-se com uma até à véspera de se começar a namorar com outra. Namora-se com uma mas já se está de olho noutra, e só quando essa outra diz “sim” é que se rompe com a atual.

      1. ao comentador LLavoura era capaz de lhe fazer bem passar uns tempinhos nos EUA, ali bem no meiinho da cena #me2, mas da fação mais fundamentalista.
        (noto que poderei ter usado um pleonasmo…)

        1. Comentadora CristinaM, eu já vivi nos EUA três anos. Já foi há muito tempo, nessa altura não havia mitu. Desde então nunca mais lá regressei nem tenciono fazê-lo.

  3. Como se tem visto o grupo parlamentar do PSD está cheio de “liberais” que defendem o liberalismo deles não da Nação.

    WW

    1. Ora bem, veja-se como quer o PSD nem o CDS quando no Governo alguma vez estiverem interessados em ADSE para todos…mas só para os privilegiados.

  4. Errado.

    A Direita Portuguesa nunca esteve melhor, finalmente está a chegar a conclusão que o PSD e CDS nunca foram de Direita. Sempre que estiveram no Governo aumentaram os impostos e o poder do Estado.

    Ou seja foram de Esquerda.

    PSD, CDS delenda est.

      1. Os impostos com Salazar eram 15% ou menos do PIB.
        Mas por outro lado também muito forte em Estatismo com a PIDE e a Censura.

          1. A essa patetice – nem olha para o antes – posso lhe responder com qual foi o maior período de crescimento económico em Portugal, sabe riqueza porque chora para ter as outras coisas, ou qual foi o período onde mortes de criança até 1 ano mais desceram por exemplo, aproveite para ver se nota o aparecimento do Sistema Nacional de Saúde no gráfico…

            Depois pense como a Democracia vive às custas da baixa dívida da Ditadura e não do produz.

          2. Toda eu sou olhos ansiando esse “por exemplo” e os restantes dados que o confirmam, já que um por exemplo nunca é singular.

            Bem sei que fugimos ao tema, mas estou curiosíssima por conhecer novos dados sobre a Saúde Pública em Portugal.

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