«Acho que este movimento #MeToo, além de gerar puritanismo, gera medo; dificulta as relações entre rapazes e raparigas.»
Maria Filomena Mónica, ontem, em entrevista ao Público
«Acho que este movimento #MeToo, além de gerar puritanismo, gera medo; dificulta as relações entre rapazes e raparigas.»
Maria Filomena Mónica, ontem, em entrevista ao Público
Pois ainda há rapazes e raparigas?
Dizem-me que tais seriam produtos da longa dominação patriarcal nas ocidentais
sociedades.Que o bom agora é libertar logo as pessoas humanas,ao nascer,de tais sujeições.
Hummm….D. Filomena parece desconhecer a juventude. Devia atender às idades dos acusados quando perpetraram os actos/crimes. Parece-me que, na sua grande maioria – e digo “parece-me” e “maioria” porque conheço apenas os mais falados -, as vítimas é que eram jovens.
Quanto ao medo, talvez existam casos de mulheres vingativas e invejosas que aproveitem esta via para infernizar a vida deste ou daquele homem, o que é lamentável e conspurca o objectivo do movimento. Não são regra.
E depois, a onda de puritanismo de que a senhora fala, nos jovens de hoje, não faz muito sentido; Ganhar alguma consciência acerca das mulheres como iguais não é ser puritano. Apesar do que vou lendo e assistindo sobre comportamentos estranhos e violência que começa no namoro, ainda acredito que os jovens possam inaugurar formas de relação mais honestas e justas do que aconteceu na minha geração também ela muito impulsionada por ideais como a paz perpétua do “make love not war”. Poderão não o conseguir – como nós não conseguimos – mas progredir já conta. Ainda que mudar mentalidades seja processo mais lento do que imaginamos, não há dúvida que alguma coisa mudou entre a geração dos nossos pais e a nossa. Neste campo, muito há que mourejar.
Vê -se que não percebe nada. Os jovens estão -se nas tintas para o metoo. Isso é movimento de adultos endinheirados frustrados.
V. Exa. não lê noticias.
https://www.apnews.com/ee645a043fd74497a ce6c88f65e5eefe
https://www.theguardian.com/education/20 18/jul/31/metoo-campus-universities-sexu al-assaults-women
http://sydney.edu.au/business/research/s eminars/wwlrg/2018/the-metoo-movement-im plications-for-scholars,-managers,-and-p olicymakers
E também não deve sair muito à noite. Veja a diferença face à 15/20 anos atrás na heterogeneidade (ou falta dela) dos grupos de jovens.
Meu caro tenho dois. Só leio notícias da mãe Pátria. …e por cá não existe semelhante receio
“Os jovens estão-se nas tintas para o meteo….” Querem é (O)mete-lo!
Am
Isto do sexo começa a preocupar-me. Suponhamos que um homem dá uma queca por iniciativa da mulher. E que sem seguida ela se vai queixar de violação e requer uma análise aos fluidos vaginais onde se encontram espermatozoides do dito cujo. Ele está frito (é uma espécie de phishing que a lei facilita á mulher. Se o homem for rico, vale a pena). É como com os aranhiços. Se um aranhiço dá uma queca, corre sério risco de ser devorado pela gaja. Depois de se vir, tem de se retirar muito rapidamente, caso contrário não sai vivo. Nós homens começamos a estar numa situação próxima da dos aranhiços. Temos de nos unir aos aranhiços e começar os nossos protestos.
O MeToo merece todo o meu respeito. O #MeToo merece todo o meu desprezo.
Explique-me a diferença entre as duas coisas. Obrigado.
#
Obrigado, era o que eu pensava.
Não é curioso que só acha homens a comentar aqui? Cá para mim devem ser “incels”…
https://www.nytimes.com/2018/09/07/style/m odern-love-he-asked-permission-to-touch-b ut-not-to-ghost.html
Mais um “movimento” de esquerdistas puritanos coerência que se lhes conhece.
WW