12 comentários em “Frases de 2018 (21)”

  1. Metade dos portugueses hoje em dia vive com dinheiro emprestado. A casa que habitam foi comprada com dinheiro emprestado, pelo que estão na prática a viver com dinheiro emprestado.
    Não sei se é reprovável ou não, mas pelo menos é muito usual.

  2. Só me vem a cabeça a canção do Barata Moura: vamos brincar à caridadezinha, festa, canasta e boa comidinha… vai-se a ver e era tudo caridade fraterna.

    marta

  3. É a total degradação politica, moral e pessoal. Em qualquer país civilizado um responsável politico que dissesse uma coisa destas seria imediatamente trucidado nos media. Aqui no jardinzinho à beira-mar no pasa nada, andam todos ocupados com a propaganda oficial…

  4. Como é possível uma abécula de fraco Q.I. passar por tachos tão bons sem que se salpique com os pingos da chuva! O PS faz milagres. Gratifica com pensões de +~ 7000€.
    Bem cantava a Amália, ” Povo que lavas no rio” ” As tábuas do meu caixão”

  5. Assim fora de contexto a frase é ambígua. Seguindo o link vejo que é sobre Sócrates.
    Cada um tem os valores morais que tem – Ferro Rodrigues acha que que é éticamente irrepreensível Carlos César pedir o reembolso de despesas que não fez – mas o problema com Sócrates é o dinheiro não parecer emprestado.
    Quem nunca precisou de pedir a um amigo que atire a primeira pedra, mas não é normal usar uma linguagem malcriada e exigente quando se pede. E evidentemente assim que se pode paga-se, não se vai trocar de carro.

  6. A corrupção acabou.
    É tudo emprestado.
    E como não é reprovável viver com dinheiro emprestado – é “normal”.

    Quanto a reembolsar o empréstimo – isso é lá com credor e devedor.
    Eles que se entendam.
    E se forem amigos muito antigos e de posses…

  7. Acho muito mais condenável sobreviver com dinheiro emprestado – até no pedir são pobrezinhos, qu’horror!!

    Como em tudo, o contexto, senhor, o contexto… muito mal escolhida, a figura de estilo.
    Já o estilo da figura, enfim, fez-me lembrar o rinoceronte rindo do imposto sobre os animais de boca grande: “cutudinhu du jucuré”.

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