![DTFzPtcXUAAH2Dw[1].jpg DTFzPtcXUAAH2Dw[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/20832187_cRskW.jpeg)
Rita Ferro Rodrigues, no Twitter, a 9 de Janeiro. A propósito da final do Festival da Eurovisão, que será apresentada em Lisboa por Filomena Cautela, Sílvia Alberto, Daniela Ruah e Catarina Furtado
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Rita Ferro Rodrigues, no Twitter, a 9 de Janeiro. A propósito da final do Festival da Eurovisão, que será apresentada em Lisboa por Filomena Cautela, Sílvia Alberto, Daniela Ruah e Catarina Furtado
Todas bem morenas de solário, provavelmente. Agrava-se tudo. Agrava-se mais ainda por ser ser em Portugal, caramba ! Ainda por cima em Lisboa, com a Amadora aqui ao lado ! BTW , eu moro na Amadora, com muito gosto, há 20 anos.
Inaceitável discriminação contras as louras naturais. Já nem falo das ruivas. Uma Jessica Chastain ou uma Nicole Kidman não teriam qualquer hipótese na RTP.
Curiosamente no programa que a cara apresenta, o companheiro é João Baião, e na SIC poucos não brancos são jornalistas ou apresentadores. Podia começar por abrir a boca para dentro de casa, mas já se viu atirou a pedra ao ar e caiu-lhe em cima.
Nesse programa, pelos vistos, há paridade. Não aqui: Mulheres, 4 – Homens, 0.
Por mim, nada contra.
Mas quem advoga a paridade perde agora por falta de comparência.
A Rita tem uma certa razão, é peculiar que na televisão portuguesa praticamente só haja caras brancas.
(A TVI em tempos teve um apresentador de telejornal negro. A exceção que confirma a regra.)
“A Rita tem uma certa razão, é peculiar que na televisão portuguesa praticamente só haja caras brancas.” A Rita não tem razão nenhuma. É que estamos num país em que praticamente todos são brancos. É uma questão estatística. Se fosse na Esquimolândia muito provavelmente todos ou quase teriam outro aspecto.
estamos num país em que praticamente todos são brancos
Acha? Eu não conheço nenhuma estatística, mas diria que pelo menos 10% da população não é branca (incluo os mestiços nos não brancos).
“A Rita tem uma certa razão, é peculiar que na televisão portuguesa praticamente só haja caras brancas.”
É mesmo peculiar. Na televisão angolana também praticamente só há caras negras. Que peculiar, também. Há quem diga que é porque em Angola há muito mais negros do que brancos, mas a mim não me enganam.
O festival da Eurovisão devia ser apresentado por uma negra, uma cigana, um homossexual, um casal de anões, três gordas e um diabético.
Na televisão angolana também praticamente só há caras negras.
Talvez, não sei. Não conheço Angola. Mas em Portugal à vontade uns 10% da população não é branca. E na televisão há certamente menos de 10% de apresentadores não brancos.
Das poucas imagens de Angola que vejo na televisão, parece-me que lá os não negros (incluindo os mestiços nesse número) têm bastante relevância. Por exemplo a Isabel dos Santos, que é mestiça (a mãe dela é russa).
Mas são todos pretos por dentro, não se preocupe.
De forma sub-reptícia e sem que seja intencional, creio, estas frases não aludirão a discriminação? Ao contrário da linha habitual.
Mas importa o sexo e a cor de quem apresenta um festival ou fará sentido fazer essa interpretação em termos de representatividade e oportunidade?
Não entendo dessa forma e temo que se torne cansativo o bater amiúde nesse eixo e por dá cá aquela palha, que a habituação nos desvie das preocupações em que os direitos estão ameaçados.
De forna sub repticia aludem mais ao sentimento de inveja….
Pelos vistos o sexo importa, Isabel. A prova é que são quatro apresentadoras: nenhum homem.
A idade também importa. 45 anos – idade da Catarina – é o patamar máximo.
O que é que o Festival da EUROvisão tem a ver com África?
Será que esta senhora tem a quem saia?
….
Estou a imaginar a reação dos caboverdianos se se discutisse este (não) assunto por causa da apresentação, por exemplo, do Festival de Música da Baía das Gatas! …..
Este tipo de moralismo já começa a cheirar mal…
Parafraseando, “Da Estupidez, como uma das Belas Artes”.
JSP
Não faltam só pessoas negras. Faltam mais, por exemplo não há nenhum aborígene australiano, nenhum ameríndio nem nenhum inuit (esquimó não se pode dizer).
Bem, a Austrália participa no festival…
Também não vejo asiáticas. Nem loiras naturais, daquelas bem pálidas. Ou eslavas. Ou nepalesas, ou indianas. A Ritinha está é com inveja.
maria
Esquimós, só no Verão. Pelo menos no Verão habituei-me a escutar os pregoeiros: “Há esquimó fresquinho!”
Desculpe, recordei-me agora que não gosta de anónimos e acabei de enviar (por lapso) um comentário sem pôr o meu nome que é José Santos.
Muito bem.
Que falta de sentido de oportunidade. Não sei porque A Rita não cede o lugar a uma colega de representante de uma minoria em Portugal. Se existissem dentro do canal muitas opções ainda se equacionava o comentário, mas não existe nem na RTP, nem em qualquer outro canal, não sei se por discriminação ou por não existirem de facto muitos jornalistas/apresentadores representantes de minorias, sejam negros, asiáticos, ciganos.
Estranho ainda ninguém ter saído aqui em defesa da paridade: quatro mulheres, nenhum homem.
Eis uma discriminação que passa em branco… perdão, que passa em claro… perdão, que passa em silêncio. Ponto.
“que passa em silêncio” Por favor não ofenda os surdos com essa piada sórdida.
Já vi quem o fizesse e não deixa de ser um ponto válido, muito mais válido do que o da Rita Ferro Rodrigues.
Continuo a achar que se deve contratar as pessoas pela sua competência e não pelo seu sexo ou cor da pele.
Enquanto se falar disso…
anonima
Neste caso o sexo imperou mesmo.
Quatro pessoas a apresentar, “por acaso” só mulheres.
Tem razão, cara anónima, a escolha devia basear-se na competência e não no sexo, nem na cor da pele, nem no nome de família. E, se assim fosse feito, a Rita Ferro Rodrigues talvez não teria lugar como apresentadora de TV. Talvez.
Já agora, pior, ou tão mau quanto tudo isso. Essas quatro apresentadoras são lindas e maravilhosas. E as feinhas? Não existem? Não têm voz? Não são contratadas? Não têm lugar no mercado de trabalho? Não têm oportunidades? Ficam escondidas? Não entram no esquema de paridade? Alguém explica, por favor … Rita …????
E a mais velha (que por acaso até parece a mais nova) tem 45 anos.
Não há lugar para mulheres acima dessa idade?
A competência termina aos 45 anos?
Nem uma palavrinha sobre isto?
Pedro, diga nomes de mulheres com mais de 45 anos para apresentar o Festival Eurovisão da Canção. Quem ou quais escolheria? Não estou a ver!
Tire lá o coelho da cartola
Não sendo a Daniela Ruah apresentadora de profissão…
Alexandra Lencastre
Catarina Furtado
Barbara Guimarães
Fernanda Serrano
Rita Loureiro
Assim de repente, vão 5, qual delas a mais bonita
Mais estas:
Helena Isabel (65 anos)
Margarida Marinho (54 anos)
Ana Padrão (50 anos)
Alexandra Lencastre, 52 anos.
Ora muito bem !
Não é boa ideia diversificar assim tanto — assim tinha de ir a Rita ou, pior, o papá dela, apresentar aquilo.
Por falar nisso: qual será a percentagem de “pessoas brancas” entre os 230 deputados da Assembleia da República?
Rita, sei que está indignada por só terem sido convidadas apresentadoras brancas.
Mas não fique assim. para compensar esta ausência de policromia, uma das apresentadoras tem um olho de cada cor – um verde e outro castanho.
Já a Rita, se por acaso se tem casado com um antigo colega do seu paizinho – um tal de Maria Carilho – hoje talvez tivesse um olho castanho e outro negro.
Pergunte-se à pateta porque nenhuma das apresentadoras é, liminarmente, feia.
Ninguém gosta das feias, nem a Rita.
“Mulher feia cumprimenta-se de longe.” Lá diz a velha filosofia de pára-choque de caminhão.
As “quatro” da vida “airada” vivem no NAPC, (novo acordo do politícamento correcto)…..
Vivam e deixem viver os outros.
Não copiem a BD Tin Tin nos país dos sovietes…
Não há pachorra para tantos dislates……
Eu não vejo ali pessoas velhas ou pessoas novas…
Mas já sabemos que a Ferro Rodrigues se está nas tintas para representatividade. O que ela segue é o Marxismo anti-Ocidente.
e para um ser inteligente, não há quota? que coisa.
Com perdão da palavra, estamos aqui a branquear a falta de paridade no serviço público de televisão. Mulheres: 4. Homens: nenhum.
“A minha questão é precisamente essa : quero viver num país que crie condições para a televisão não seja feita só por pessoas brancas. Eu sei que é difícil de perceber mas as oportunidades não são iguais para todas as pessoas. Este é que é o ponto a reflectir”
Rita, a minha televisão tem escrito: “made in China”.
Não foi feita por pessoas brancas.
Foi feita por pessoas.
Funciona.
É isso que importa… “não interessa a cor do gato, interessa é se caça ratos”.
Por falar nisso: falta alguém de tez mais amarelada no “bando das 4”.
Portanto, o facto de a ministra da justiça ser negra é por uma questão de representatividade?! E não por questão de competência? Depois do racismo de uma certa extrema direita, o que os negros não precisam é da complacência paternalista de brancos de esquerda, que se apressam a chamar negro a Obama quando geneticamente é tão negro como branco.
Aí está, para se ser chamado branco tem de se ser branco a 100%. Se houver uma pequena percentagem de genes (ou sangue ou lá o que é) já se é classificado como negro. Para os brancos, Obama é um negro. Pela mesma lógica para um negro, Obama devia ser classificado como branco.
A Mulata É a Tal
Marchinhas de Carnaval
Branca é branca preta é preta
Mas a mulata é a tal, é a tal!
Quando ela passa todo mundo grita:
“Eu tô aí nessa marmita!”
Quando ela bole com os seus quadris
Eu bato palmas e peço bis
Ai mulata, cor de canela!
Salve salve salve salve salve ela!
Para eu que sou da Guiné Konakri..
Este Eurovision devia sere apresentado pela Oprà, Rita F. Rodrigues, Ana Gomes, Catarina Martinhos, aquela dos Verdes e os Galamba.( para contrabalançares
O Galamba é depilado. Não representa o macho latino.
Longe de ser um g@jo bonito. Safa!