Frases de 2018 (13)


Pedro Correia,

«Temos um clube que nos une. Não vou dizer qual, naturalmente, mas é o nosso clube de futebol.»

Fernando Negrão, líder parlamentar do PSD, dirigindo-se ontem ao primeiro-ministro no debate quinzenal da Assembleia da República

13 comentários em “Frases de 2018 (13)”

  1. Pedro, ideias para futuras candidaturas :

    “Se sou conhecido no mundo, não foi pelos títulos que ganhei em Portugal”
    Jorge Jesus

    Jesus: «Fui eu que trouxe os bloqueios do basquetebol»

    Será que o Jesus é Riuista?

  2. Acho bem.Reunir e decidir nas instalações do clube tudo o que ao governo da nação importa,congregando todos os sócios.A claque apoiando,incentivando,ameaçando.

    1. Certo, a selecção nacional do Burkina Faso.

      (Também tem uma bandeira verde e vermelha com uma coisa amarela no meio, já está bom …)

  3. Tudo normal: nas primícias da sua liderança parlamentar, fez a devida vénia, submissa, atenta, veneradora e obrigada, a um (ainda que sem o nomear expressamente) dos senhores da guerra civil latente que por cá se vive. Fazendo-o a um deles, nos termos, local e circunstância em que o fez, fê-lo a todos.

    Com isso e dessa forma colocou-se sob a sua autoridade, de senhores acima da lei, e consagrou a importância do futebol. Acima de qualquer outra matéria na vida da pátria; modelando toda e qualquer outra matéria na vida da pátria. Já se sabia que era (é) assim, nada de novo. Foi um acto de vassalagem, um momento ritualístico, em tudo previsível.

    Mas não deixa de ser curioso que Rio, parece, teve a ousadia de nos seus tempos de presidente da câmara do Porto, não ajoelhar publicamente perante o senhor da guerra no Norte. Talvez entretanto lhe tenham feito uma oferta que não poderia recusar. E seja Negrão o testemunho disso.

    Há quem chame a estas coisas “acertar (a alguém) o passo”.

    Costa

  4. Pedro, esta é genial:

    Homem não pode provar ao tribunal que está vivo

    O Tribunal romeno decidiu rejeitar a reivindicação do homem, uma vez que recorreu tarde demais. A decisão é final e não pode ser revertida, de acordo com a agência de notícias “Associated Press”.

    “Eu estou oficialmente morto, apesar de estar vivo. Não tenho nenhum rendimento e, porque eu estou dado como morto, não posso fazer nada”, disse Constantin à imprensa local.

    https://www.jn.pt/mundo/interior/amp/homem-nao-pode-provar-ao-tribunal-que-esta-vivo-9193276.html

    1. Lembra o fisco-neste caso uma alfândega – Italiana a cobrar à Real Força Aérea na 2ªGuerra aviões aliados abatidos como “importação”. E pagou.

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