Eu creio (posso estar enganado!) que nunca ninguém criticou as cores dos livros. O que se criticou foi o seu conteúdo diferenciado em termos de dificuldade dos exercícios, e os estereótipos profissionais para homens e mulheres. Não as cores.
Como de costume, está enganado. http://c026204.cdn.sapo.io/1/c026204/cld-file/1426522730/6d77c9965e17b15/9500b2c6f3b4a71b30674c8854758ea0/insensato/2017/Parecer%20Técnico%20conteudos%20Blocos%20Atividades_Porto%20Editora%2023Agosto2017
A obsessão pela não discriminação por género já fede. Se tudo o que, na espécie humana, é passível de distinção vira sistematicamente discriminação, proponho, então, que os géneros (quantos são?!…) sejam pura e simplesmente decretados extintos. Pénis e (?!…), por exemplo, serão palavras proibidas. Nos dicionários, constará apenas a palavra sexo. Mas assim: sexa/o, seguida, imediatamente, de sexo/a, ignorando a ordem alfabética, para não discriminar. E escrita a preto e branco. Nada de cores. E eu a pensar que discriminar significava, etimologicamente, separar, distinguir… João de Brito
Há boletins de saúde diferentes para meninos e meninas? Que curioso… Que eu saiba, a única diferença entre os cuidados de saúde para os dois sexos consiste em que as meninas têm que fazer uma vacina mais. Dificilmente tal coisa justifica boletins de saúde distintos. Penso eu de que…
Lamento a sua ignorancia mas os boletins de saude de meninas e meninos tem cores diferentes para se diferenciarem porque as tabelas de crescimento (percentis) são diferentes porque o cerscimento/desenvolvimento das meninas e meninos são diferentes.
Emprestaram-me os livros. Pegar, folhear e ver é sempre melhor do que ouvir dizer ou ler sobre. Caramba, está tudo palerma? Quais estereótipos, onde, como ? Quem cria conflitos de género é quem ” compra” as ideias pelas cores. O conteúdo pode ser aquilo que os educadores quiserem que seja, se não for distorcido por preconceitos dos próprios. Autos de fé nas redes sociais e vai tudo atrás? Tudo não, ainda há por aí um molho de “gauleses irredutíveis” que não precisam nada de poção mágica, basta-lhes o bom senso … e algum bom gosto também
Entretanto a tal CIG – sem ouvir as partes atendíveis, sem cuidar do rigor dos factos, emprenhando de ouvido (salvo seja!) – apressou-se a produzir este lamentável documento censório, que passa a definir a política oficial em questões de “género”: http://c026204.cdn.sapo.io/1/c026204/cld-file/1426522730/6d77c9965e17b15/9500b2c6f3b4a71b30674c8854758ea0/insensato/2017/Parecer%20Técnico%20conteudos%20Blocos%20Atividades_Porto%20Editora%2023Agosto2017 Uma peça de antologia, pelos piores motivos. Sem faltar sequer a escandalizada alusão às duas cores (azul/cor de rosa), que tanto obceca as mais fervorosas almas patrulheiras. Esta gente padecerá de cromofobia?
Tenho os livros comigo e a diferença de cores não é minimamente relevante. Não é relevante para ninguém que queira fazer um comentário com seriedade.
Os livros têm exercícios indignantes para quem quer que se preocupe com questões de igualdade. Os exercícios não se cingem aos tão falados labirintos (cuja dificuldade é superior para os meninos, de facto!). Existem exercícios que colocam a menina a fazer as lides domésticas e os meninos em atividades ligadas ao exercício intelectual. Existem outros que realçam o papel das meninas enquanto futuras mães por comparação a exercícios para meninos que realçam o valor da escola.
Como mulher e como mãe de um menino e de uma menina, não posso compactuar com as críticas mal informadas de quem restringe o debate às cores azul e rosa. Uma infelicidade comentar algo que não se analisa com integridade.
A posição do governo pode ser discutível mas o papel da CIG é ainda fundamental nos dias de hoje, infelizmente. E deve continuar a manifestar-se contra qualquer tipo de discriminação. E estes livros, são, sem sombra de dúvida, uma ferramenta ao serviço da desigualdade de género.
Discutível é precisamente o papel da CIG. Um organismo que custa aos contribuintes 4,5 milhões de euros anuais e tem 59 funcionários. Um organismo com dez dirigentes(!) e 32 técnicos superiores (!!). Mais chefes que índios, portanto. https://twitter.com/Joselei66/status/902667278197694464 Um organismo que descobriu em Agosto de 2017 que dois caderninhos de exercícios pré-escolares da Porto Editora para crianças de 4 anos, no mercado desde Julho de 2016, ameaçavam o direito à igualdade através da perpetuação de “estereótipos de género”. Um organismo que emite pareceres a reboque das “redes sociais”, sem procurar exercer contraditório, nem ouvir os visados, como recomendam e impõem as boas práticas da administração pública e do Estado de direito. https://www.facebook.com/comissaoparaacidadaniaeigualdadedegenero/posts/10155658323689907 Um organismo que pratica e recomenda acções de censura, expressamente proibidas pela Constituição da República.
Isso era por desatenção! Ao que sei está para breve uma alteração no “bonequinho” das portas dos WC publicos.
Nada tão perpetuador dos “estereótipos de género” como um urinol.
Eu creio (posso estar enganado!) que nunca ninguém criticou as cores dos livros. O que se criticou foi o seu conteúdo diferenciado em termos de dificuldade dos exercícios, e os estereótipos profissionais para homens e mulheres. Não as cores.
Como de costume, está enganado. d-file/1426522730/6d77c9965e17b15/9500b2 c6f3b4a71b30674c8854758ea0/insensato/201 7/Parecer%20Técnico%20conteudos%20Blocos%2 0Atividades_Porto%20Editora%2023Agosto20 17
http://c026204.cdn.sapo.io/1/c026204/cl
A obsessão pela não discriminação por género já fede.
Se tudo o que, na espécie humana, é passível de distinção vira sistematicamente discriminação, proponho, então, que os géneros (quantos são?!…) sejam pura e simplesmente decretados extintos.
Pénis e (?!…), por exemplo, serão palavras proibidas.
Nos dicionários, constará apenas a palavra sexo.
Mas assim: sexa/o, seguida, imediatamente, de sexo/a, ignorando a ordem alfabética, para não discriminar.
E escrita a preto e branco.
Nada de cores.
E eu a pensar que discriminar significava, etimologicamente, separar, distinguir…
João de Brito
Há boletins de saúde diferentes para meninos e meninas? Que curioso…
Que eu saiba, a única diferença entre os cuidados de saúde para os dois sexos consiste em que as meninas têm que fazer uma vacina mais. Dificilmente tal coisa justifica boletins de saúde distintos. Penso eu de que…
Lamento a sua ignorancia mas os boletins de saude de meninas e meninos tem cores diferentes para se diferenciarem porque as tabelas de crescimento (percentis) são diferentes porque o cerscimento/desenvolvimento das meninas e meninos são diferentes.
Emprestaram-me os livros. Pegar, folhear e ver é sempre melhor do que ouvir dizer ou ler sobre.
Caramba, está tudo palerma? Quais estereótipos, onde, como ?
Quem cria conflitos de género é quem ” compra” as ideias pelas cores.
O conteúdo pode ser aquilo que os educadores quiserem que seja, se não for distorcido por preconceitos dos próprios.
Autos de fé nas redes sociais e vai tudo atrás? Tudo não, ainda há por aí um molho de “gauleses irredutíveis” que não precisam nada de poção mágica, basta-lhes o bom senso … e algum bom gosto também
Entretanto a tal CIG – sem ouvir as partes atendíveis, sem cuidar do rigor dos factos, emprenhando de ouvido (salvo seja!) – apressou-se a produzir este lamentável documento censório, que passa a definir a política oficial em questões de “género”: d-file/1426522730/6d77c9965e17b15/9500b2 c6f3b4a71b30674c8854758ea0/insensato/201 7/Parecer%20Técnico%20conteudos%20Blocos%2 0Atividades_Porto%20Editora%2023Agosto20 17
http://c026204.cdn.sapo.io/1/c026204/cl
Uma peça de antologia, pelos piores motivos. Sem faltar sequer a escandalizada alusão às duas cores (azul/cor de rosa), que tanto obceca as mais fervorosas almas patrulheiras.
Esta gente padecerá de cromofobia?
Boa tarde,
Tenho os livros comigo e a diferença de cores não é minimamente relevante. Não é relevante para ninguém que queira fazer um comentário com seriedade.
Os livros têm exercícios indignantes para quem quer que se preocupe com questões de igualdade. Os exercícios não se cingem aos tão falados labirintos (cuja dificuldade é superior para os meninos, de facto!). Existem exercícios que colocam a menina a fazer as lides domésticas e os meninos em atividades ligadas ao exercício intelectual. Existem outros que realçam o papel das meninas enquanto futuras mães por comparação a exercícios para meninos que realçam o valor da escola.
Como mulher e como mãe de um menino e de uma menina, não posso compactuar com as críticas mal informadas de quem restringe o debate às cores azul e rosa. Uma infelicidade comentar algo que não se analisa com integridade.
A posição do governo pode ser discutível mas o papel da CIG é ainda fundamental nos dias de hoje, infelizmente. E deve continuar a manifestar-se contra qualquer tipo de discriminação. E estes livros, são, sem sombra de dúvida, uma ferramenta ao serviço da desigualdade de género.
Discutível é precisamente o papel da CIG. 2667278197694464 idadaniaeigualdadedegenero/posts/1015565 8323689907
Um organismo que custa aos contribuintes 4,5 milhões de euros anuais e tem 59 funcionários.
Um organismo com dez dirigentes(!) e 32 técnicos superiores (!!). Mais chefes que índios, portanto.
https://twitter.com/Joselei66/status/90
Um organismo que descobriu em Agosto de 2017 que dois caderninhos de exercícios pré-escolares da Porto Editora para crianças de 4 anos, no mercado desde Julho de 2016, ameaçavam o direito à igualdade através da perpetuação de “estereótipos de género”.
Um organismo que emite pareceres a reboque das “redes sociais”, sem procurar exercer contraditório, nem ouvir os visados, como recomendam e impõem as boas práticas da administração pública e do Estado de direito.
https://www.facebook.com/comissaoparaac
Um organismo que pratica e recomenda acções de censura, expressamente proibidas pela Constituição da República.