Marcelo Rebelo de Sousa que vá devagar com o andor. A procissão ainda vai no adro, e talvez seja melhor que ele modere o seu discurso triunfalista porque pode o tiro sair-lhe pela culatra. Sem pretender fazer uma análise sobre Marcelo Rebelo de Sousa enquanto pessoa porque nunca comuniquei com ele pessoalmente, apesar de ter sido aluno na faculdade onde ele é um excelente professor (nunca tive o privilégio de ter sido seu aluno, diga-se passagem), no entanto em termos políticos existe um mar imenso a separar-nos, devido aos respetivos posicionamentos ideológicos. Politicamente considero Marcelo Rebelo de Sousa pouco confiável e mesmo algo incoerente numa tentativa vã de agradar a gregos e troianos. Sempre desconfiei de pessoas que pretendem ser ou são vistas como excessivamente consensuais. A politica, como aliás em quase tudo na vida, é feita de confrontos e conflitos entre ideias, convicções e posturas necessariamente diferentes. Marcelo, não me parece ser o candidato certo para assumir as funções de Presidente da República. Apesar de possuir um perfil pessoal diferente para melhor em comparação com Cavaco Silva, pelo facto de possuir uma postura mais aberta e flexível, no entanto não o considero o candidato ideal para cumprir e fazer cumprir a Constituição da República, sendo esta a principal função do PR no nosso sistema politico, por diversos fatores, entre eles e não o menor, o facto de pertencer a um campo ideológico-politico que tem feito letra morta do texto constitucional. Por todas razões evocadas e mais algumas, Marcelo não é o meu candidato, e desejo sinceramente que o somatório das restantes candidaturas impeça a sua vitória à primeira volta. A existir então uma segunda volta, logo se verá quem ganhará. Ainda há muito caminho a percorrer, muito eleitorado a mobilizar. A campanha eleitoral ainda nem começou. A verdadeira sondagem será no dia das eleições. Aconselho por isso Marcelo de Sousa, a controlar o seu triunfalismo e egocentrismo politico.
A frase não soa tão arrogante se for contextualizada.
Todavia: tirando a parte de “o futuro a Deus pertence”, alguém tem dúvidas?
Egocentrismo no seu auge. Marcelo é bem crescidinho e homenzinho para ter expressões destas que não lhe ficam bem, mas ficam-lhe muito mal.
Marcelo Rebelo de Sousa que vá devagar com o andor. A procissão ainda vai no adro, e talvez seja melhor que ele modere o seu discurso triunfalista porque pode o tiro sair-lhe pela culatra.
Sem pretender fazer uma análise sobre Marcelo Rebelo de Sousa enquanto pessoa porque nunca comuniquei com ele pessoalmente, apesar de ter sido aluno na faculdade onde ele é um excelente professor (nunca tive o privilégio de ter sido seu aluno, diga-se passagem), no entanto em termos políticos existe um mar imenso a separar-nos, devido aos respetivos posicionamentos ideológicos. Politicamente considero Marcelo Rebelo de Sousa pouco confiável e mesmo algo incoerente numa tentativa vã de agradar a gregos e troianos. Sempre desconfiei de pessoas que pretendem ser ou são vistas como excessivamente consensuais. A politica, como aliás em quase tudo na vida, é feita de confrontos e conflitos entre ideias, convicções e posturas necessariamente diferentes. Marcelo, não me parece ser o candidato certo para assumir as funções de Presidente da República. Apesar de possuir um perfil pessoal diferente para melhor em comparação com Cavaco Silva, pelo facto de possuir uma postura mais aberta e flexível, no entanto não o considero o candidato ideal para cumprir e fazer cumprir a Constituição da República, sendo esta a principal função do PR no nosso sistema politico, por diversos fatores, entre eles e não o menor, o facto de pertencer a um campo ideológico-politico que tem feito letra morta do texto constitucional.
Por todas razões evocadas e mais algumas, Marcelo não é o meu candidato, e desejo sinceramente que o somatório das restantes candidaturas impeça a sua vitória à primeira volta. A existir então uma segunda volta, logo se verá quem ganhará. Ainda há muito caminho a percorrer, muito eleitorado a mobilizar. A campanha eleitoral ainda nem começou. A verdadeira sondagem será no dia das eleições. Aconselho por isso Marcelo de Sousa, a controlar o seu triunfalismo e egocentrismo politico.