Carlos tem razão. A luta sindical deve ser independente dos partidos. Os sindicatos devem lutar pelos trabalhadores, independentemente de quais os partidos que estejam no governo.
Quando em França e Italia os sindicatos apoiados pelos PCF e PCI, nos anos 50 e 60, actuavam como estes 40 anos os “nossos” sindicatos fizeram em Portugal, os sindicatos responsáveis, sem ideologias na Alemanha e Inglaterra ajudaram os seus países a progredir e deixarem para traz, a quilómetros, a economia da Itália e da França.
A nós saíram-nos na rifa estes retrógrados estalinistas que já não existem em nenhuma parte do mundo.
Uma afirmação dita com toda a convicção por um grande sindicalista como Arménio Carlos. No contexto de uma sociedade de classes dominada por uma classe dominante que tudo controla, o movimento sindical não pode ficar refém, de mãos e pés atados de qualquer governo seja qual for a sua côr politica. Mesmo numa situação de um governo mais à esquerda, a estrutura social de base mantém-se no essencial, e por essa razão o combate social e sindical não pode parar, com a intensidade e as nuances adequadas às medidas politicas/económico/sociais tomadas pelo executivo, óbviamente. Necessáriamente as formas de luta serão diferentes e terão uma intensidade e amplitude diversas consante se esteja perante um governo com uma politica de direita ou um governo mais à esquerda, porque à priori terão politicas diferentes. Mas o movimento sindical tem que estar sempre alerta e vigilante na defesa intransigente dos direitos daqueles que apenas possuem a sua força de trabalho para viver.
Se Costa dominar os antiquados sindicatos estalinistas, pode repôr à vontade todos os feriados e ainda aceitar o feriado do dia do “orgulho gay”.
Nunca mais é sábado!
Carlos tem razão. A luta sindical deve ser independente dos partidos. Os sindicatos devem lutar pelos trabalhadores, independentemente de quais os partidos que estejam no governo.
Quando em França e Italia os sindicatos apoiados pelos PCF e PCI, nos anos 50 e 60, actuavam como estes 40 anos os “nossos” sindicatos fizeram em Portugal,
os sindicatos responsáveis, sem ideologias na Alemanha e Inglaterra ajudaram os seus países a progredir e deixarem para traz, a quilómetros, a economia da Itália e da França.
A nós saíram-nos na rifa estes retrógrados estalinistas que já não existem em nenhuma parte do mundo.
Uma afirmação dita com toda a convicção por um grande sindicalista como Arménio Carlos. No contexto de uma sociedade de classes dominada por uma classe dominante que tudo controla, o movimento sindical não pode ficar refém, de mãos e pés atados de qualquer governo seja qual for a sua côr politica. Mesmo numa situação de um governo mais à esquerda, a estrutura social de base mantém-se no essencial, e por essa razão o combate social e sindical não pode parar, com a intensidade e as nuances adequadas às medidas politicas/económico/sociais tomadas pelo executivo, óbviamente. Necessáriamente as formas de luta serão diferentes e terão uma intensidade e amplitude diversas consante se esteja perante um governo com uma politica de direita ou um governo mais à esquerda, porque à priori terão politicas diferentes. Mas o movimento sindical tem que estar sempre alerta e vigilante na defesa intransigente dos direitos daqueles que apenas possuem a sua força de trabalho para viver.