0 comentários em “Frases de 2015 (54)”

  1. O mesmo não dirá Costa :

    Ganesha – deus indú de Boa Sorte da Fortuna do Sucesso e da Prosperidade.

    Me protege!

  2. Calvão da Silva é/seria um grande ministro.
    Ao nível dos melhores que nos têm governado.
    Vi-o e ouvi-o em Albufeira.
    Convicto, cínico e piedoso.
    Piedoso, porque invocou os mistérios divinos.
    Cínico, porque prometeu tudo, sem prometer nada e muito menos se comprometer.
    Convicto, porque, em voz alta e decidida, repetiu, repetiu e repetiu… que a lei seria cumprida…

  3. Ainda a propósito de “Deus nem sempre é amigo”, escutei Júlio Machado Vaz, esta manhã na A1, declarar que, para impedir que o fosso entre ricos e pobres seja cada vez maior, o que faz falta é a solidariedade.
    Não sendo uma declaração tão transcendente como aquela, não deixa, contudo, de ser um xuto ao lado.
    Isto de atirar com as responsabilidades para a boa vontade, seja ela divina ou humana, é um clássico do imobilismo conformista.
    Substituir a justiça pela caridade é muito próprio de uma certa beatice militante que tomou conta da maneira de fazer política, sobretudo nos países de matriz católica.
    Não, não é de solidariedade que os desfavorecidos precisam.
    Os desfavorecidos precisam é de regimes e políticas que lhes façam justiça.

    1. Nem que para isso se tenha de copiar as políticas dos países que mais pobres criam, ou seja políticas de esquerda.

    2. Nada melhor que um Comunista para reconhecer o falhanços das politicas comunistas deste regime: as chamadas conquistas de Abril.

      Falta pouco para dar o salto que muitos outros deram. A Igualdade só se consegue com violência extrema e destruição de milhões de pessoas.

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