0 comentários em “Frases de 2015 (53)”

    1. Nem mais. Há para aí burros a torto e a direito. Basta olhar o presidente do Eurogrupo que foi obrigado a dizer que mentiu, quando apresentou no seu currículo um mestrado sem nunca o ter feito, tudo isto para melhorar o seu currículo. Vê-se aqui, a burriçe daqueles que nos impõem tudo, sem arcaboiço para isso.

        1. Pois é, burrice não leva cedilha porque o C junto do E tem o som de S. Isto é, como se estivesse a dar aulas, a alunos, do primeiro ano do primeiro ciclo. O Pedro Correia devia saber e sabe que muitas vezes os computadores… assumem palavras que não aquelas que foram escritas e se não lermos os comentários que escrevemos, acontecem destas. O Senhor aqui, não foi correcto porque não o critiquei em nada, critiquei, alguém que usou o que não tinha, para se engrandecer e o senhor foi em apoio desse génio que em nada nos tem beneficiado, mas tem-nos rebaixado e humilhado. Ele próprio denunciou o seu país “Holanda” que tem uma dívida descomunal e que ninguém, faz nada, para que cumpra o mesmo que os outros e para cúmulo, passa perante o mundo como um exemplo. Isto não é ser sério, tal como já nos mostrou, isto é sermos comandados por tecnocratas incapazes, ao serviço dos grandes grupos e de Bruxelas.

        2. Além da cedilha há o “porque” em vez de “por que”. Esta já é mais difícil, só para intelectuais sofisticados.

          1. Exacto, só para si que anda sempre à procura do porque ou do por que! Também lhe digo que esses de sofisticação intelectual não têm nada, têm a mania que são bons e muitas vezes não valem nada.

  1. Jerónimo tem razão. Não há razão nenhuma para que a meta da inflação seja 2% e não 1% ou 4%. Não há razão nenhuma para que a meta do défice seja 3% e não -1% ou 5%.

      1. Se se está de má fé e as poupanças das pessoas que investiram no nosso produto para podermos financiarmos o nosso défice não são para devolver então obviamente o valor do défice é irrelevante.

    1. É preciso ser ainda mais inteligente para perceber que o déficit deve ser uma variável e não uma constante. E que podendo haver valores de referência, para o qual foi inventado o 3%, nada impede que seja maior quando houver necessidade e menos quando também for necessário. Foi assim que basicamente TODOS os países se governaram até hoje, os bem e os mal governados.

      Quanto à origem do 3, está aqui explicada por esse perigoso esquerdista, ignorante sobre matérias económicas, que dá pelo nome de Bagão Felix.

      https://youtu.be/iEaTFY96Ylc

      1. Perdi algum tempo a ouvir o Bagão Félix e pergunto-me: como foi possível ele acreditar naquela estória da invenção da meta do 3%? Se não o ouvisse, não acreditava.

          1. O que me indica não é uma explicação. É uma constatação “after the fact”, perfeitamente enquadrada naquilo que disse Bagão Félix.

            Não é propriamente um exercício teórico que explique a virtude do valor, que não passa de uma convenção de utilidade duvidosa, mas de perigosidade certa quando cristalizado em dogma.

  2. Aquela carinha larocas de sorriso vitorioso da CATARINA, já encomendou umas botas-de-montar e não vai dispensar chicote.

    E o Costa que vá aguçando o ouvido para distinguir o assobio do Jerónimo.

  3. Segundo as contas que vi, em tempos, de um professor da Universidade do Porto, o défice de 3% é o que é compatível com a manutenção da Dívida Pública nos 60% do PIB.

    Porquê 3% de défice e 60% de Dívida? São limites arbitrários; não existe sustentação em nada da Economia que eu saiba.

  4. O limite para o déficit é 3% porque esse é o valor que equilibra a dívida nos 60% com um crescimento nominal do PIB de 5% (60%×5%=3%).

  5. Está aqui explicadinho, ou seja, é uma treta. E os totós vão atrás de números inventados.

    “Mitterrand precisava de conselho para uma proposta sobre o limite do défice, a apresentar nas instâncias europeias e para condicionar os seus próprios ministros.

    Teria que “soar” a coisa científica, não podia ser 1%, “impossível de atingir”. Também não convinha 2%, muito pouco, criaria “demasiada pressão”. Abeille sugeriu então 3%: “Isto era um bom número, um número que atravessou todas as épocas, que fazia pensar na Trindade”. Assunto resolvido, 3% ficou.”

    http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2015/02/02/o-misterio-dos-3-explicado-aos-europeus/

  6. Porque, se qualquer economista tentasse, o Jerónimo ficaria a perceber o mesmo. Mas só para podermos ler os comentários já valeu a pena o Jerónimo dizer essa grande barbaridade. Já agora, porque não 40%?…

    1. O défice é a diferença entre as receitas do Estado e as despesas do Estado. Para se poder comparar esse valor, divide-se esse resultado pelo PIB do país. Basicamente, está-se a dizer que o Estado pode ficar a dever 3% do seu PIB por ano (o que, mediante outros considerandos, mantém a Dívida Pública nos 60% do PIB; isto é, não varia o seu valor relativo).

      Como o Estado, o jorge pode ficar a dever de um ano para o outro – e até pedir mais créditos do que os que já tem. Enquanto as entidades financeiras acharem que existe capacidade de pagamento, concedem esses créditos, variando a taxa de juro que pedem em remuneração dos seus préstimos.

      Ao contrário do Estado, o jorge é finito e não dura para sempre. Por isso, não pode “rolar” os seus créditos indefinidamente, isto é, não pode estar sempre a pedir emprestado para pagar os créditos que lhe foram concedidos anteriormente.

      Também ao contrário do Estado, o jorge não pode definir e cobrar impostos, pelo que os seus rendimentos não têm a mesma capacidade de cumprimento que o Estado.

      A sua pergunta não tem lógica nenhuma. Mas a resposta é: só tem que pagar as suas dívidas se os seus credores a tal o exigirem.

      1. “Basicamente, está-se a dizer que o Estado pode ficar a dever 3% do seu PIB por ano (o que, mediante outros considerandos, mantém a Dívida Pública nos 60% do PIB; isto é, não varia o seu valor relativo).”

        Basta a inflação ser mais baixa ou negativa para estragar essas contas.

        “Também ao contrário do Estado, o jorge não pode definir e cobrar impostos, pelo que os seus rendimentos não têm a mesma capacidade de cumprimento que o Estado.”
        Ou por outras palavras ao contrário do Jorge o Estado pode fazer violência.

        1. Existem muitos factores que podem condicionar a passagem do défice para a Dívida Pública. Daí eu ter chamado a atenção para “outros considerandos”.

          Já a afirmação do Estado “poder fazer violência” é um não-assunto. O Estado é o único que detém a possibilidade de fazer leis e tem a dever de reprimir os cidadãos que as não cumpram. A alternativa é emigrar para sítios onde vigore a anarquia.

          Afinal, qual é o seu argumento?

          1. Aceitar as diferenças. Coexistência. A maioria das religiões podem-no fazer porque não a religião que as veio substituir? Politica.

            Voluntarismo. A primeira regra da ética de uma organização é feita pela forma como os seus membros fazem parte.
            Quer comunismo faça uma comuna com quem concorde consigo, quer não gastar os seus impostos em subsídios para a educação, para os gastos militares , subsídios a empresas e multinacionais ou qualquer outra coisa que não aceite. Não faça parte.
            Um país em que você possa viver como Comunista e como Liberal é um país onde não há opressão.
            Como na evolução contemporânea da Democracia Social há cada vez mais leis, implica haver cada vez mais escolhas únicas de uma sociedade logo cada vez essa sociedade tem mais derrotados. Sem esquecer que mais leis são mais pretextos para o Estado usar violência. É o nascimento da Democracia Totalitária

          2. Pode traduzir para Português, por favor? Não consigo perceber onde quer chegar.

      2. Se calhar, é melhor explicar de uma forma mais simples.
        Se o Jorge não pagar (se for pobre ou remediado) pode ir parar à prisão, ao contrário de um país que acabará sempre por pagar, se não for agora, fica o calote para as futuras gerações…
        Este novo sistema, de se viver com dinheiro emprestado, é uma nova maneira de escravizar países e, se não percebem o que é défice, muito menos entenderão que isto, de andar, sempre, a pedir mais, do que o país produz, serão, apenas, uns sacaninhas egoístas que, agora, querem tudo adquirido e garantido e que, afinal, se estão a marimbar para os filhos, netos, bisnetos…

        Nada que surpreenda nesta nossa sociedade atual onde, o egoísmo e a satisfação imediata, são os novos valores que vamos ensinando aos mais novos… aprender a pedinchar e, ganha, quem pedinchar mais alto.

        De qualquer modo, esta de andar a imprimir notas, para continuar a emprestar dinheiro, triliões e triliões em Dívida, porque não é só nos países europeus mas, também, na América, China e Japão… neste contexto, é muito provável que se estejam a criar “Bolhas”, muito maiores, do que aquela provocada pela venda dos ativos tóxicos das hipotecas imobiliárias… e se, de repente, outra “Bolha” rebentar e, a Festa acabar, a lição vai ficar muito mais cara, tão cara que ainda vão ter saudades dos cortezinhos e das taxas extraordinárias 😉

        Ninguém sabe quanto tempo se pode aguentar este tipo de economia, baseada em dívida e em juros negativos que até parece ser uma coisa boa, no entanto, acaba por ser, apenas, dinheiro para especular em bolsa e, as próprias empresas, em vez de investir na economia real, andam a comprar ações a elas próprias ou a comprar outras empresas para se valorizarem na Bolsa e, como nunca aconteceu, nada de semelhante, a este nível Global… seja recessão, hiperinflação, implosão do próprio sistema ou um grãozinho de areia que encrave o sistema… quem percebe do assunto, sabe que algo muito mau irá acontecer… só não sabe quando e, o grande problema, é poder ser em qualquer altura…

        1. A Dívida Pública é uma coisa necessária por várias ordens de razões. Desde o financiamento de uma obra pública para ser utilizada pelas próximas gerações (escola, hospital, estrada, etc.) até à impossibilidade do Estado recolher os impostos logo no início do ano.

          Os empréstimos são uma coisa boa em Economia: por um lado, são a forma de um conjunto de pessoas (os investidores), que têm ideias para criar negócios mas que lhes faltam os recursos no momento actual de conseguirem dar forma às suas ideias; por outro lado, são a forma de um outro conjunto de pessoas (os aforradores) de aumentarem as suas possibilidades de consumo no futuro, através de um juro remuneratório dos recursos que emprestarem.

          “Ninguém sabe quanto tempo se pode aguentar este tipo de economia, baseada em dívida e em juros negativos que até parece ser uma coisa boa, no entanto, acaba por ser, apenas, dinheiro para especular em bolsa e, as próprias empresas, em vez de investir na economia real, andam a comprar ações a elas próprias ou a comprar outras empresas para se valorizarem na Bolsa e, como nunca aconteceu, nada de semelhante, a este nível Global… seja recessão, hiperinflação, implosão do próprio sistema ou um grãozinho de areia que encrave o sistema… quem percebe do assunto, sabe que algo muito mau irá acontecer… só não sabe quando e, o grande problema, é poder ser em qualquer altura…”
          A economia real não tem investimento porque os agentes económicos que compram as coisas não têm dinheiro para gastar (as famílias andam a braços com desemprego e baixos ordenados, enquanto que os Estados são obrigados a gastarem o mínimo possível ou ainda menos que isso). Daí a antever o Apocalipse vai uma ENORME diferença!

          1. A dívida pública só é positiva quando contraída na moeda que se domina, caso contrário é uma transferência de domínio para o detentor da moeda.

            Tanto pior se essa dívida alimentar apenas despesa e não visar criar nova produção interna.

            Tem sido essa a história da dívida nacional, destinada não apenas ao aumentar de despesa, mas também acrescida do abdicar de produções internas, vendidas por tuta e meia, gerando mais dívida pela necessidade de comprar depois a produção que se alienou.

            Um crime facilmente configurado como traição nacional da pior espécie, feita ao longo das últimas décadas, conforme só o MRPP teve a ousadia de escarrapachar em público. Se foi dolo por incompetência ou corrupção é indiferente.

          2. Se não houver Apocalipse, vai ser uma morte lenta, até o euro não valer nada. É impossível continuar a injetar dinheiro no sistema, durante tanto tempo, sem haver consequências. Se a Dívida americana é enorme e sempre a crescer, a Europeia está a ver se a consegue igualar. Não foi por acaso que os juros foram caindo até ao contrassenso de ficarem negativos. Empréstimos onde se perde dinheiro? Claro que não é ao cidadão comum mas, é uma novidade Histórica!

            Quem sabe se, em último recurso, não será o FMI com os seus SDR (unidade monetária dos activos de reserva do FMI, cujo valor, presentemente, é definido como a soma ponderada das 4 principais moedas, reavaliadas e ajustadas a cada cinco anos), ter de acabar por trocar as moedas que deixarão de ter valor, para conseguir limpar do sistema, todo aquele dinheiro virtual que nem sequer existe porque isto, dos Bancos criarem dinheiro virtual, nem sequer passa pela cabeça do comum cidadão.
            Sabemos que o FMI também tem uma reserva de ouro. Que papel poderá ter o SDR no estabelecimento de uma moeda global única?

            Há a certeza que o sistema financeiro internacional vai sofrer uma grande mudança porque o petrodólar está acabado.
            Neste momento, debaixo do nosso nariz, está a decorrer uma “currency war”
            -A China tem andado a armazenar ouro. No entanto, Rússia e China estudam criar um sistema análogo ao SWIFT que pode funcionar sem ter por base o ouro e, já não comercializam com o dólar e outras nações estão a fazer o mesmo. -Até a Argentina fez um acordo recentemente com a China para swaps em Yuan.
            -Os BRICS criaram seu próprio banco para se desfazer do dólar.
            -Foi anunciado que o dinar iraquiano foi respaldado em ouro e, esta “nova” moeda iraquiana surgiu e, nem sequer foi notícia.
            -No final do ano passado, a União Árabe de Fabricação e Comercialização de Ouro e Diamantes, aprovaram a criação do Banco do Ouro Árabe, com sua sede em Damasco. O Banco terá reservas de ouro que alcançam as seis toneladas.
            -Há quem garanta que o ouro Ucraniano também saiu do país.

            Isto de guerra de moedas, é algo muito sério, muito provavelmente, foi a decisão de Muammar Kadafi para perseguir o padrão-ouro e rejeitar os dólares para pagamentos do petróleo que pode ter selado seu destino. Até hoje, ninguém sabe onde foram parar as 144 Toneladas de ouro do Banco Central da Líbia. Foi uma grande coincidência que os EUA e seus aliados, enviassem tropas para a Líbia, na altura em que Muamar Kadafi estava a defender, abertamente, a criação de uma nova moeda para rivalizar com o dólar e o euro. Na verdade, ele até tinha convidado as nações muçulmanas e africanas para se juntarem numa aliança que faria desta nova moeda, o dinar de ouro, a sua principal forma de dinheiro e câmbio. Eles iriam vender petróleo e outros recursos para os EUA e para o resto do mundo apenas por dinares de ouro.

            E tenho cá um feeling que isto da criação do “Estado Islâmico” não passe de outro esquema encoberto, quem sabe, subsidiado por banqueiros internacionais por causa de interesses de Bancos e Corporações Transnacionais e Ocidentais no Médio Oriente, África e Ásia… é que, como vimos em 2008, certos Bancos de Investimento, há muito tempo que não se regem por qualquer regra ou valor moral… para eles vale tudo e, só interessa lucro e poder.(Rothschild, Rockefeller, Morgan, Goldman, Schiff, Warburg, Soros, duPont, Taft, entre outras dinastias de banqueiros… são quem, realmente, controla isto tudo…)

            O que sabemos foi que, quando nos trocaram os escudos por euros, a nossa conta ficou, com menos zeros (à direita), se inventarem outra moeda, desta vez, vão fazer contas à dívida e ainda ficamos com tudo a zeros.
            -Não é por acaso que na nova regra da UE, até as contas dos depositantes podem entrar para pagar o colapso de um Banco. Até ver, serão as contas acima de 100.000 euros mas, como já vimos, as regras podem mudar e, até acabarem por “limpar” os trocos.

            Há muita gente convencida que tudo isto, parece mais, estarem a tentar implodir o dólar e o euro, de forma controlada, até conseguir lançar a nova “moeda” global.
            Se isso acontecer, o resto que virá a seguir… só espero estar enganada.

          3. Grande teoria da conspiração! Vamos por partes:

            “Moeda” ou “divisa” é o que um povo quiser. Desde sal e cabeças de gado, até metais preciosos ou ‘moeda fiduciária’, quase tudo serve para fazer as funções de “moeda”. Actualmente, na maioria das Economias, estamos a utilizar ‘moeda fiduciária’, a qual tem um curso forçado e é garantida por um Estado. Representa, sensivelmente, a capacidade de aquisição de bens e serviços nesse Estado.

            A ligação das divisas ao ouro vem de dois períodos históricos, no qual se tentou estabelecer uma moeda mundial (ou a forma de o fazer). Primeiro com a libra britânica (Padrão ouro) e, mais tarde, com o dólar americano (padrão papel-ouro). Por diversas razões, nenhuma delas funcionou. Porém, o ouro continua a deter em si várias propriedades desejáveis de “moeda”: facilmente aceite, reserva de valor, relativamente fácil de transportar, etc. No entanto, estima-se que todo o ouro minado no mundo consiga encher apenas 5 piscinas olímpicas, pelo que a sua raridade faz com que seja difícil a sua utilização prática (imagine a quantidade de ouro que seria necessária para pagar um pão de trigo na padaria, que por aqui custa cerca de 0,11 €).

            No que concerne à variação dos juros das Dívidas Públicas, o seu raciocínio está errado. Seria expectável que, no caso de um aumento da emissão de dívida, os juros subissem (as pessoas só estariam dispostas a emprestar mais dinheiro se fossem remuneradas com um juro maior). Ora, o que se passa é que as perspectivas de crescimento a médio/longo prazo são tão fracas que os investidores não esperam que os Bancos Centrais aumentem consideravelmente as taxas de juro de referência nos próximos tempos (para não castigar o recurso ao crédito para investimento). Por outro lado, a necessidade dos investidores recorrerem a activos ‘sem risco’ para comporem os respectivos portfolios de investimento fez com que aceitassem taxas de juro negativas (nomeadamente, na Dívida Pública da Alemanha), dado que não tinham confiança suficiente na Dívida Pública de outros países.

            Já as garantias de depósitos na Zona Euro aumentaram com a crise, ao contrário do que parece sugerir. Eram de 25.000 € por depositante e foram aumentadas duas vezes. Porém, concordo que as coisas não são assim tão simples – basta ver o que fizeram no Chipre.

            Também concordo que quem controla actualmente os destinos do mundo são os grandes banqueiros, aos quais junto os donos/gestores dos grandes fundos de investimento.

            Não concordo com a conclusão. O dólar americano não tem motivos para estar ameaçado. O euro tem dinâmicas internas que estão longe de deixar os críticos sossegados, mas ainda há muito tempo para corrigir o sistema. E não há necessidade de introduzir mais nenhum padrão de divisas à escala mundial, nem vejo sinais de tentativas nesse sentido.

          4. Não tem nada a ver com teorias da conspiração, o que eu vejo são especialistas fechados nas suas “caixinhas”, cada um dá a sua perspetiva, daquilo que sabe mas, parecem, nem reparar, no que se passa nas “outras”.
            Tanto que não é teoria da conspiração que há o canal Bloomberg que não terá, nem deve querer, entrar em qualquer tipo de conspiração e que, por acaso, nem é um canal que eu siga atentamente mas, se as notícias entram no futebol, é um dos canais prováveis que acabo por ver.
            Ainda hoje às 6:30 da manhã o noticiário da TVi24 começou por futebol e quando mudei de canal, à priori saltou-me três notícias, daquelas que passam rápido.
            -Suíça com possível bolha imobiliária.
            -Considerar a Rupia como moeda de investimento.
            -Compra de divisa indiana (por parte de um determinado grupo, suponho que, para ser notícia, não foram trocos)
            … isto para não falar dos últimos problemas partidários na Alemanha porque, os migrantes, estão a provocar sérias divisões internas.
            Sabe que em 2011 a UE esteve à beira do colapso? Tudo o que se passou nessa altura e, as medidas tomadas que o Ministro da Irlanda deixou “escapar” nas notícias, foi algo muito concreto que nos pode pôr de sobreaviso para situações e sinais futuros.
            As tentativas e mexidas mais recentes, têm a ver com a China que, é outro grande problema que pode ter influência no dólar e no euro e, se pensa que a lei ter mudado, em que os chineses já podem ter dois filhos, nada tem a ver com finanças, é outra conexão que muitos já fizeram.
            De, qualquer modo, o meu maior desejo é que tenha razão porque, há muita gente que pensa exatamente o contrário, haver demasiados sinais que mostram o desejo de uma moeda única e não só.
            Não me diga que acha muito estranho que, esse Grupinho, queira controlar tudo a nível global… dinheiro não lhes falta e, entre ganhar e perder milhões, para se entreterem, tinham que arranjar um Jogo Radical, onde entram, os triliões e vidas humanas… o poder transforma os seres humanos em psicopatas. Quanto maior for esse poder, maior será a sua loucura.

          5. “A Dívida Pública é uma coisa necessária por várias ordens de razões. Desde o financiamento de uma obra pública para ser utilizada pelas próximas gerações (escola, hospital, estrada, etc.) até à impossibilidade do Estado recolher os impostos logo no início do ano.”

            Isso é poeira para os olhos, sabe bem que o que se discute é a manutenção da dívida publica em valores comportáveis. Por exemplo no ultimo ano do Governo Sócrates o défice em relação ao orçamento foi de 25%. 1/4 dos gastos dos Estado foram pedidos emprestados.

            Para se poder ter défice é preciso pedir dinheiro emprestado logo é/foi um consumo adiantado, gasta-se hoje paga-se depois e como tal é um terrível perigo num sistema político que não tem contrabalanço algum ajudando ao populismo e a formar uma população viciada num nível de riqueza que não produziu.
            É uma espiral de autodestruição. Para começar um risco para próprio sistema político.
            É bom lembrar que a Democracia se implementou com a poupança da Ditadura que acabou só com 15% de Dívida Publica. Passou-se rapidamente de 15% para 60% para comprar o “Povo”.
            E essa “gratuitidade” -as pessoas não se apercebem do que deixaram de consumir com os gastos em juros – acabou.
            Não se pode viver indefinidamente com défices.

          6. Poucos conseguem ver isso, de que “Não se pode viver indefinidamente com défices” e, para mim, com uma economia a nível Global, já nem estamos na fase de “comprar o Povo”, o perigo é bem maior, estamos a caminho da completa escravatura dos Povos, não com guerras mas, pela via financeira.
            Nesta altura do campeonato, não vejo sequer que se possa evitar esse destino, no entanto, pode ser mais lentamente ou a grande velocidade, conforme tenhamos governos que tentem travar a dívida ou aqueles, cujo objetivo seja a de a aumentar. Se, por um mero acaso, aparecer a oportunidade de travar os grandes interesses económicos (aqueles que falei no meu comentário anterior) poderemos ter, nessa altura, a vantagem dessa dívida não estar descontrolada.
            Quanto a curiosidades e, na net, quem procura acha 😉 sabemos que é do interesse desses grandes manipuladores do sistema financeiro, tentar procurar as pessoas que possam colaborar, para abreviar os seus objetivos. Por exemplo, o Grupo Bilderberg que pertence aos Rockefeller, convida para os seus “encontros”, além da “prata da casa”, estranhos ao Grupo mas que estejam em atividades estratégicas e, também… políticos de vários países… uma coisa é certa, se lermos as Listas de Convidados, notamos que uns, são convidados mais vezes do que outros. Mesmo um pouco desatualizada, o que consegui detetar foi que Seguro só foi convidado uma vez e, Costa foi duas… basta isso, para eu embirrar solenemente com Costa LOL quem sabe… se lhe detetaram um ADN menos patriótico e mais compatível com os interesses do Grupo 😉
            Quanto ao meu ADN, devo ter algo parecido com um cruzamento de Marple, Poirot e cão perdigueiro… (mais especificamente… cadela perdigueira) LOL

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