Frases de 2015 (33)


Pedro Correia,

«Alguém acredita que se os socialistas estivessem no poder haveria um primeiro-ministro sob investigação? Alguém acredita que o maior banqueiro do País estaria sob investigação?»

Paulo Rangel, na “Universidade de Verão” do PSD

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  1. Com o Partido Socialista, Alves dos Reis ainda andaria por aí à solta.

    O Rangel tem alguma razão.

    Mas é mal intencionado, porque não explica porque há tantos quartos vagos em Évora.

    1. Este além de reaça é analfabeto como se vê pela gramática. Bem, analfabeto funcional uma vez que conhece algumas letras.

  2. Alguém acredita que no PSD há só gente séria? Alguém acredita que a corrupção do BPN é de gente do PSD? Alguém acredita que a tecnoforma, o Marco António, o Relvas, o Dias Loureiro… se não fossem do PSD e fossem do PS já não estavam livres há muito? É lamentável que um jurista, advogado e professor de direito afirme que haja um primeiro ministro preso, mas se esqueça que ainda andem à procura das provas, para o incriminarem. É que ele sabe que primeiro investiga-se depois prende-se. Afinal que ensina ele aos seus alunos?

    1. Nem toda a gente é séria em qualquer quadrante mas com o PS na engrenagem fica um caso sério de falta de confiança. Andar á procura de provas ou destrui-las, eis a questão.

  3. Com que então a justiça está mesmo politizada! Já se sabia, estava claro, mas agora são eles mesmos que o afirmam…

  4. Fiquei confuso com as declarações de Rangel, e pareceram-me várias coisas.

    Pareceu-me que para ele o surpreendente é que tudo isso aconteça mesmo quando o governo nada faz.
    O que ocorreria se algo fizessem, senhor Rangel? Será que todos os que estão a ser investigados seriam presos mesmo sem serem acusados? E será que um primeiro em exercício, fosse qual fosse o governo, poderia ser investigado por situações mal compreendidas e mal justificadas e, quiçá, preso até que se esclarecesse a má compreensão ou a má justificação?

    Mas quem deve pronunciar-se por tais afirmações também são os juízes e/ou magistrados. Talvez eles tenham interesse em saber de Rangel o porquê de tal declarar mesmo quando este governo nada fez para que eles fizessem, e que o fizessem precisamente com um governo que nada faz para que tal se faça(?).

    Esforçando-me ainda mais para compreender tais declarações surge-me a possibilidade de ele pretender dizer que com o PSD/CDS os magistrados soltam-se e com outro partido no governo se retraem. Se isto for assim, Rangel terá de explicar aos portugueses o porquê de ser assim.

    Surge-me agora uma dúvida que Rangel talvez explique: Como qualificar a condição de quem fez as investigações sobre o Freeport durante o governo PS? Será que na óptica de Rangel eram uns libertinos com capacidade para viver antecipadamente uma Primavera que ocorreria com aqueles que nada fariam para que algo se fizesse?

    http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=197673

    Não há nada como lermos e escutarmos alguém, como o senhor Rangel, isento de qualquer suspeita politico-dogmática, para confirmar aos portugueses que o governo é artista em nada fazer, mas que há sempre alguém que chama a si os louros do que outros, sem ele, fazem. Provavelmente aqui encontraremos a resposta para que a situação do BES tenha ocorrido porque outros fizeram e o governo nada fez para além de injectar dinheiro que a nação paga. E talvez esteja aqui o mote para que se possa dizer no futuro sobre o BES que outros fizeram e o governo nada fez.

    Ainda que com tantas dúvidas e com tantos parece-me, eu discordo de Rangel: Portugal necessita de um governo que faça alguma coisa em todas as áreas, porque existem outros na nação a fazer. Não é bom exemplo permitir que uma nação tenha um governo que pouco ou nada faz com tanta gente a fazer. E isto afirmo para além de qualquer parecer.

  5. Por outro lado alguém acredita que se o PGR e o presidente do STJ fossem outros bem conhecidos Sócrates estaria entregue á justiça? Maneiras de ver.

  6. Não havia nexexidade de bater no ceguinho.

    A esmagadora maioria sabe reconhecer um sociopata, após o cataclismo originado.

    As teorias da conspiração, cabem geralmente, na cabeça de poucos – quiçá de igual sociopatia…

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