0 comentários em “Frases de 2015 (22)”

  1. Já pensaram o que seria para o dominical inginhero por fax estar no 42 da Rua Castilho (em vez da cela 44) e nunca ter a visita do seu especial amigo e PM Gandhi do Intendente? E, para o Gandhi do Intendente, ter de inventar milhares de milhões de desculpas, como, por exemplo, não saber ao certo onde fica a Rua Castilho, estar o trânsito cortado no Marquês, o seu carro não estar autorizado a circular naquela zona, ser muito longe do Largo do Rato, sofrer de uma luxação no tornozelo, ter comícios diários de Bragança a Vila Real de Santo António???

    1. Prezado De Antes Évora!

      Vejo com satisfação que os “avençados” da Legião Farsola estão super activos e creio que a espumar… Queriam a pulseira? “Sifu” como diz o brasileiro.
      Quando ao Gandhi do Intendente, veja lá, não o mande ele almoçar às piscinas da Av. de Ceuta…

  2. Como disse não, há que voltar atrás. Grande justiça que volta atrás num medida que estabeleceu, quando há outras formas de terem sob vigilância um arguido e nunca voltarem atrás com algo já estabelecido. Deixou de ter perigo para a investigação, para ter perigo no dia seguinte. Brinca-se à justiça?

  3. Foi tudo tramado para não o deixarem participar na campanha do PS.Se este não obtiver maioria absoluta já sabem que foi o culpado.O Zé faz falta.

  4. Quem implantou em Portugal o sistema das pulseiras electrónicas foi o ministro da justiça colega de José Sócrates, José Eduardo Vera-Cruz Jardim.

    1. Mas isso é para o povo, não para a messiânica figura. A quem, evidentemente, a lei dos simples mortais, por ele directa ou indirectamente paternal e bondosamente vertida, se não aplica.

      Costa

  5. Isto não tem nada a ver, mas de repente lembrou-me do "pobrezinho" da D. Maria (antigamente as senhoras tinham os seus pobrezinhos particulares).
    Este pobrezinho vivia em condições de extrema necessidade, indignas e degradantes. Morreu um dia, sozinho e triste, e veio a saber-se proprietário e bem mais abastado do que a própria D. Maria.
    Porque viveria de mão estendida à caridade e no meio de quatro tábuas, praticamente a céu aberto quando poderia desfrutar de conforto e companhia?
    Respondeu quem bem o conhecia, que assim ninguém lhe daria esmola, palavras de consolo, um prato de sopa… Ninguém teria pena dele… Deixaria pura e simplesmente de ser o desgraçadinho, ou o caído em desgraça, como preferirem…

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