0 comentários em “Frases de 2015 (12)”

  1. Pois, mas a substância da circulação de fundos são os fundos que circulam. Principalmente fundos sem fundo.
    Cumpts

  2. Meu caro Pedro Correia, tem piada porque é verdade! Mas, muito mais interessante é que o Advogado de Sócrates tem razão ao apontar a evidencia que a subversão dos tempos de mercantilismo avançado, apesar de tudo, não cria imperativos normativos. É evidente que a transmissão fiduciária não é exclusivo da Banca. Não é obrigatório, moral ou juridicamente, que as derivações pessoais de finanças devam ser intermediadas pelos Bancos. E muito me espanta o espanto!!

    1. Quando eu for grande quero ser um Justinianuns… falar bem pra caraças!

      Até dava para escrever um livro… ´sobre fundos fudiciários!

      1. Caro am, uma recomendação, permita-me.
        Uma edição de 43 volumes de Vivaldi, à venda por aí. Também já à venda, Mecânica dos Solos, Vol.2 – 2ª edição de Matos Fernandes, para além do inevitável manual de veterinária da Merck.
        E escreva, escreva muito!!

        1. Caro Justinauns…

          “Veterinário de Merck”
          Refere-se o ilustre Justianus, aos celebres simpósios sobre os “Colhões do padre Inácio”?

    2. Aconselho-o a ler – devagarinho! – este sábio conselho:

      “Se você não consegue explicar algo de modo simples é porque não entendeu bem a coisa”
      Albert Einstein

      PS- Escreva, mas escreva pouco…

      1. Meu caro, se o seu problema é a linguagem, as suas formas coerentes e determinações precisas, duvido, então, que tenha lido Einstein ou, todavia, compreendido o que o conjunto de letrinhas e palavras ali queriam significar. Incluído o aforismo que aqui largou.
        Se lhe acontecer, não só por força da gravidade, cair, sobre o seu tegumento, uma bigorna, vai, pelo menos, estou em crer, exigir saber que o não foi por ter dinheiro no bolso, uma parte daquela parte que está por debaixo do colchão!! E se o questionarem porque não emprega os serviços da banca para custódia e aviamento da sua vida financeira Vcmcê poderá, razoavelmente, responder, apenas, que a bigorna é feita de aço!!

        1. O seu problema é mais grave do que parece, é dos que deve estar convencido que aqui pela blogosfera só se passeiam uns tipos meio analfabetos a quem os floreados de redacções cheios de conceitos abstractos (ou simplesmente sem sentido evidente) deixa embasbacados o espírito e quiçá a alma .

          O seu 2º parágrafo é notável mas não lhe digo de quê, não é minha intenção que se sinta ofendido.

          Quanto à essência da questão: não só li Einstein como o ensinei.
          Para os que tiveram a sorte (porque os pais tinham os meios) de tirar licenciaturas nas então “universidades técnicas” do fim dos anos 60 do século passado, era azar que a muitos podia calhar.
          A opção rápida pela indústria pesada permitiu-me começar a viver na realidade e ajudar gente a ter emprego em vez de debitar teorias que a poucos serviam.

          Foi precisamente por ser avesso a “masturbações intelectuais” que o critiquei porque até acho que tem toda a razão no que disse.
          Nisso não demonstrou nenhuma perspicácia, reagiu com um ataque muito pouco hábil aos meus conhecimentos quando eu nunca critiquei o que disse, com que concordo, mas critiquei como o disse, pois não serve a ninguém.

          Talvez lhe sirva a si, pelo que leio fica muito feliz quando se espraia na retórica de pacotilha, mas não é só para nos lermos a nós próprios e impressionar os familiares e vizinhos que escrevemos aqui, se pudermos contribuír para que um bom número de pessoas fique mais elucidada tanto melhor.

          Eu aprendo com os outros, nem que seja a ficar calado.
          É o que vou fazer consigo.

          Uma boa tarde para si

          1. Vcmcê é um pobre tonto. E como tonto, deveria saber que um tonto não deve, nunca, presumir nada sobre pessoas. Não deve, um tonto, presumir o que quer que seja sobre assunto algum. Sequer sobre os cardeais ao raiar da aurora em determinado ponto. Um tonto deve sempre tatear o chão e cheirar o norte, para que tudo faça sentido!!
            Veio Vcmcê aqui, à laia de mestre escola com sede, água pelos joelhos, cangas de baixo do braço e sem pedir licença! Dizer, nada!
            Eu não sei qual é o seu problema, nem quero saber!!
            As suas aversões não são assunto que aqui alguém queira discutir, estou em crer!
            Não há questão nenhuma, e muito menos de essência, que lhe valha, aqui, contestar!!
            A-historicidade, uma das propriedades enigmáticas dos tolos. São criaturas a-histórias, largadas aqui vindas do nada e sem qualquer angústia metafísica. Criaturas telúricas, pragmáticas e avessas a teorias. Valha-lhes Einstein, esse grande empirista.
            E que nos diz o tolo de pertinente à discussão!? Ah! …que até acho que tem toda a razão… Mas como bom tolo não se quedou por aí!! É, para um bom tolo, imperativo dar expressão a significados como “masturbação”, “pacotilha” e outros tantos que fazem as delícias dos tolos!!
            Um gebo!!
            Homem, vá-se vestir.

          2. O Feynman não, mas também não o lamento, não deu tempo, foi naquele compasso de espera entre o fim do curso e os 3 anos de tropa…

            Mas como fui oficial miliciano em 1973, 1974 e 1975 foi muito mais instrutivo para mim, lhe garanto!

      1. Caro FNV, no início era o verbo. No meio do ruído já não me recordo quem dizia o quê sobre qualquer coisa. Tenho ideia de ter ouvido falar em empréstimos, mútuo civil e outros empenhos de fidúcia apalavrada. Já li e reli, vezes várias, o Código Penal e legislação penal extravagante e nada. Nada ali li que compreendesse como típico, aqueles actos!! Tudo o que de mais subtil se disser será, evidentemente, para facilitar a tarefa do procurador da república. O deslumbrado, e lembro-me de ter aplaudido o Carrilho quando assim crismou o animal feroz, estava, e está, a ser perseguido criminalmente, não será suposto explicar o que quer que seja e muito menos admitir o contrário de coisa alguma. Isto parece-me evidente, pretender o inverso ocorre-me como um absurdo!! Insistir no porquê das razões de empregarem a coisa, dinheiro, a contado, à vista, com tradição e sem caderno torna perfeitamente legítima a resposta. Porque estava sol, porque chovia ou porque talvez não confiassem no sistema financeiro!! Qual o espanto!? Era o que comentava aqui ao caro Pedro Correia, que sei, pelo que lhe vou lendo, se enternece com estas estórias. Vejo-me como insuspeito de simpatia em relação a Sócrates mas vejo-me, acima de tudo, como profundamente antipático para com o jogo do Urso. A condenação há-de necessariamente passar pela prova de um crime que revele a ilicitude daqueles fundos. É precisamente isso que eu espero que o procurador da república demonstre. Só isso, nada mais!!

    1. Não há ninguém que não diga hoje não importa o quê no PS, meu caro. Sinal evidente de que o secretário-geral do PS, António José Seguro, é um líder frágil.
      Abraço

  3. Para Pinto de Sousa, modo confiável de circulação de fundos é via envelopes transportados à perna. Mera curiosidade, por que modo serão pagos os honorários de DeLille e Araújo? Será em espécie?

  4. Aquela conferência mais parecia um choque em cadeia na auto-estrada . Os toscos socorristas em vez de o desencarcerar deixaram-no mais entalado.

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