16 comentários em “Frases de 2013 (6)”

  1. Sai um globo de ouro para a mesa do canto. A do sôdoutor Ul-rich- Rich traduzido para português não é qualquer coisa rico? Pois a vida tem destas coincidências. Rico faz pendant com sem-abrigo.

  2. Estou mesmo a ver o sr. Fernando, falido até à medula, a ser conhecido como o Nando arrumador, a dormir debaixo da ponte e não só a aguentar galhardamente mas a pedir mais e mais…

  3. Aguentam os que aguentam,não há estatísticas da sobrevivência entre os sem-abrigo mas é de esperar o pior.Nestas condições a vida dos banqueiros bem sucedidos será sempre um ultraje para os miseráveis.Não tendo aqueles soluções ao menos tenham sensatez.Não incendeiem a revolta.

  4. O PCA do BPI tem de passar a fazer estas conferências de imprensa antes do almoço. Esta moda dos vinhos com 14,5º às vezes tem efeitos nefastos. Se não tem, parece…

  5. O que Fernando Ulrich está a dizer – muito claramente é que podemos viver com muito menos do que imaginamos possível e que será isso que nos acontecerá inevitavelmente se não arrepiarmos caminho.
    A verdade é que precisamos de mudar: os fluxos financeiros do Norte da Europa serão muito menores e nós, há 40 anos que não temos um orçamento equilibrado e há 13 anos que praticamente não a economia não cresce.
    Desculpe, mas parece que estamos todos futilmente tolinhos. E não temos dinheiro nem tempo para o sermos.
    Este escândalo perante o que diz Ulrich faz lembrar o chinfrim que se seguia a uma intervenção da Prof. Doutora Ferreira Leite que subliminarmente era chamada de estúpida ou pouco sofisticada ou mesmo rústica (ela, que tem um curriculum nacional e internacional excepcionais!) enquanto o “eng” Sócrates – um funcionariozeco camarário – era criatura levada muito a sério.
    Por essas e outras aqui estamos.
    Mas podemos estar pior. Ai isso podemos.

  6. Certamente o “nós” não se aplica nele,pois no alto dos seus milhões será muito fácil mandar os outros fazerem sacrificios.
    Porque é que não o mandam calar?

  7. O grande problema de Ulrich é transformar num plural inclusivo, «nós aguentamos» qualquer coisa que ninguém imagina que Ulrich imagine.

    Pode ser humanista, compadecido, sincero, mas soa a falso.

    1. Soa a falso porquê?
      Muito dificilmente Fernando Ulrich poderá passar pessoalmente por dificuldades económicas, mas, e depois? Não tem direito a comungar das preocupações gerais e com o futuro do país ou até do seu banco?

      1. Acho que comungaria melhor calado. Ao falar, como aconteceu com a Jonet, levanta-se invariavelmente um vendaval de Esquerda que mais parece uma Fatwa, obnubilando os espíritos.

        Se eu, que até gosto de Ulrich, fosse Ulrich, evitaria esta exposição político-mediática. Bad karma para o BPI.

      2. “Por cá, o mesmo banqueiro que se estava a afundar (parece que tinha comprado demasiada dívida grega) e que disse que os portugueses “aguentam” mais austeridade, recebeu dinheiro de um empréstimo que somos nós todos que vamos pagar, apresentou lucros excelentes e até vai comprar, imagino que com o nosso próprio empréstimo, dívida nacional. Ou seja, empresta ao Estado o que é do Estado e cobra juros. Porque nós aguentamos….
        Ler mais: http://expresso.sapo.pt/os-islandeses-nao-aguentam=f783684#ixzz2Jh43UdhH” … sobretudo por isto é de deveria estar bem caladinho….

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