9 comentários em “Frases de 2012 (34)”

  1. ««« Que se lixem as eleições »»»

    Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro, explicando aos companheiros a diferença entre um político e um estadista.

  2. “É um fenómeno curioso:
    o país ergue-se indignado,mureja,
    o dia inteiro indignado, mas não passa disto.
    Falta-lhe o romantismo civico da agressão.
    Somos,socialmente, uma colectividade pacifica de revoltados”.

    Miguel Torga

  3. Não sei porquê, esta frase do nosso primeiro, cheira-me a recado para os “barões” do PSD.
    Assim qualquer coisa do género «se vocês continuam a fazer guerrinha interna, a mim e aos meus muchaxos, vão ver as próximas eleições autárquicas a ir pelo cano, e como consequência, as legislativas, com um bocado de jeito, vão as presidênciais também. Se assim fôr, e como a UE está para acabar, resta-nos emigrar»

  4. Também pode ser só uma frase bonita, à estadista, para ser apanhada pelos jornalistas. E não passar disso. Digo eu.

    Não que o PPC já tenha sido apanhado a desiludir quem votou nele…

  5. Mesmo aceitando a contextualização da frase proferida tenho a certeza em mim que PPC não conhece Portugal, o Portugal real.

  6. O que interessa não é só Portugal, mas sim aquele povinho pequenino que lá habita e que daqui a pouco vão estão todos mortos de fome.

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