«Eu não gosto de ter de mudar a maneira de escrever. Não gosto. É a minha opinião pessoal.»
Nuno Crato, sobre o ‘acordo’ ortográfico, numa entrevista a um aluno de 13 anos (revista Sábado)
«Eu não gosto de ter de mudar a maneira de escrever. Não gosto. É a minha opinião pessoal.»
Nuno Crato, sobre o ‘acordo’ ortográfico, numa entrevista a um aluno de 13 anos (revista Sábado)
«É a minha opinião pessoal». Se não quiser, não mude. Podia era expressar-se melhor, a não ser que as opiniões dele não sejam pessoais…
A questão é que ninguém tem de mudar! Para além de ser duvidoso que tal constitua matéria legislável, o dito acordo não está em vigor. Repete-se: não está em vigor. O uso da ortografia brasileira de há 85 anos e de alguns aleijões inventados para dar cumprimento ao critério brasileiro de suprimir consoantes é um exemplo de um estado tirânico e abusador, nos antípodas do que deve ser uma democracia desenvolvida.
O \"acordo\" é um atestado da nossa menoridade cultural e política.