Frases de 2011 (55)


Pedro Correia,

«Eu não me considero rico.»

Américo Amorim

5 comentários em “Frases de 2011 (55)”

  1. É porque pensa em grande!

    É a sua medida.

    Tem projecto. O ser humano distingue-se do restante Reino por prometer.

    Agora, num outro sentido.
    O que me parece maravilhoso neste mundo é a permanente desautorização do Estado no uso dos seus efectivos poderes de interesse público.
    Não competeria ao Estado tomar a decisão sobre a tributação?

  2. Uuuuuuaaaaauuuuu!!!! Que frase profunda!!!!! Quem duvida ? Os ricos são aqueles que trabalham para o Sr. Amorim (que lhes paga mal ) e lhe enchem os bolsos. Rico? Não!!!!! Tem uns haveres, lá num banquinho qualquer, vejam lá que nem sequer é cadeira é só um banquinho. O problema não é o Sr. Amorim ser rico…que lhe faça bom proveito a riqueza, o problema é gozar com a cara de quem passa dificuldades, não admitindo ser rico. Não ponho em causa que a sua fortuna tivesse sido ganha a trabalhar e com um ” pouco de sorte ” tivesse construido aquilo que tem. Apenas gostava que não brincasse com a infelicidade de outros. De resto…eu também o posso considerar o que quizer…mas não vou dizer.

  3. Caríssimos Portugueses:

    Nós, o Conselho das Riquezas Mundiais, preocupados com o vil ataque a alguns sócios de segunda linha, bem como com as vossas festas, os vossos fontanários e rotundas, decretamos :

    1- Isenção de toda a tributação: damos felicidade a milhares de agregados, devemos ser recompensados. Se votam em irresponsáveis, o problema é vosso.

    2-O Estado deve dar-nos um euro (simbologia) pelo mérito que tivemos ao longo da nossa vida, ao evitar que o contribuinte tuga (o funcionário público, o único sério) pague os subsidios de desemprego e as recompensas que tem por ver o proletariado a consumir.

    3-Caso contrário, saíremos do vosso País.

    Delaware, 24 08 2011

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