12 comentários em “Frases de 2011 (49)”

    1. É rigorosamente isso Paulo. E convém não esquecer que todos os impérios, mais tarde ou mais cedo, cairam e hão-de cair.

  1. Percebho o que quis dizer. Mas foi infeliz. E, convenientemente, esqueceu-se de dizer que também não eram a Itália nem a Irlanda.

  2. Alguem perguntou ao Mario Soares, ou a outro qualquer Obamista militante da nossa praça o que pensam destas afirmações tão lisonjeiras para o nosso rectanguluzinho, por parte do seu idolo? Fico à espera das reacções, sentado já agora!
    Tambem estou à espera de ouvir ou ler nos nossos media um comentario que seja à efemeride que passou ontem: os quatro anos do consulado do amigo Costa à frente da autarquia lisbonense. Andam todos tão entretidos a falar do “desvio colossal” das contas publicas, que não lhes sobra tempo para mais nada. Andam ocupados não a criticar os responsaveis pelo desvio, como seria natural, mas a criticar quem teve a ousadia de dizer que esse desvio existe e que temos de o pagar. Se vivesse noutro país e me contassem esta historia, juro que não acreditava. Mas como vivo em Portugal…

  3. Quase não tem sido criticado. E as poucas críticas são suaves e comedidas. Se fosse o Bush (ou pelo menos um presidente de direita) caía o Carmo e a Trindade.

  4. Senhor ninistro da Paz da Guerra e da Defesa Nacional… dê uma lição a este Obanix:- mande regressar de imediato as nossas tropas do Afeganistão que o tipo borra-se todo….

    não se brinca com a nossa raça…

    “fodacence”

  5. Jantei ontem com dois americanos de Filadélfia, democratas esclarecidos e interessantes. Fiquei surpreendida com a impressão que têm de Obama: importante como símbolo, sem dúvida, mas pouco firme nas ideias e facilmente manipulável pelo Congresso. Suspiram por alguém com mais pulso, para esta fase da periclitante economia ocidental.

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