Frases de 2011 (27)


Pedro Correia,

«Todos somos e devemos ser insubstituíveis.»

Jaime Gama, no congresso do PS

3 comentários em “Frases de 2011 (27)”

  1. Alerto para o facto desta citação carecer de confirmação.

    Até pode ser que o homenzito tenha cometido um lapso momentâneo. Mas o teor do seu discurso apontava precisamente para o contrário, e isso a partir do seu caso concreto de retirada de cena. E estou certo de o ouvir a concluir com algo como “a única coisa insubstituível nos nossos corações é o partido socialista”.

      1. Dei-me ao trabalho de ir verificar as notícias. Uma, entre outras:

        Jaime Gama avisa que no PS “não há nenhum que seja insubstituível”.

        Passavam quatro minutos das 20h00, hora em que começam os noticiários televisivos, quando Jaime Gama, presidente da Assembleia da República, começou a falar no XVII Congresso do PS, que está a decorrer em Matosinhos.

        Jaime Gama, que anunciou a semana passada o seu afastamento da vida política, tendo rejeitado o convite de Sócrates para ser presidente do PS e candidato a deputado, fez um rasgado elogio ao secretário-geral do PS, que disse ter trazido para a governação “uma política de mais eficácia”, tornando também “mais aberto” o PS.

        Mas a “homenagem singela” que dirigiu no início da sua intervenção a José Sócrates não o impediu mais de 15 minutos depois, já no final do discurso, de deixar um recado ao partido: “A grande lição desta família é a de que no PS, desde o primeiro minuto, todos consideramos que a intervenção política é serviço público. Todos devemos ser substituíveis, porque não há nenhum de nós que seja insubstituível”.

        E rematou: “só há no nosso coração um insubstituível, que é o Partido Socialista”.

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