Pois eu, pelo contrário, não entendo qual é a vantagem de uma fotografia (ou de um filme) a preto e branco. Acho que os pormenores se ficam a distinguir muito menos e que, em geral, não tem graça nenhuma. É como um automóvel com mudanças manuais. Nunca percebi porque é que tanta gente prefere mudanças manuais quando há mudanças automáticas, que permitem fazer tudo muito mais confortavelmente.
Por acaso acho que revelaria um pouco mais do fotógrafo; resta saber se o fotógrafo quer dar pistas da sua interpretação.
Presunção é dar nome a calquitos. As fotos que tem partilhado não o são – mas não sou crítica de arte, tenho apenas critério e gosto pessoal. E no fim não serei eu também, não seremos nós que “apenas” apreciamos, o derradeiro destinatário da mensagem?
🙂
A Queima cansa…
E a água fresca sabe bem… 🙂
Que fotografia curiosa.
Isso é uma montagem
Não. 100 % não adulterada. Jardim da Cordoaria, Porto, dia do desfile da Queima das Fitas (vê-se o movimento lá ao fundo).
Que bela foto. Gosto. Muito. Aliás, fotos a p/b são das minhas preferidas e esta está particularmente bonita.
Pois eu, pelo contrário, não entendo qual é a vantagem de uma fotografia (ou de um filme) a preto e branco. Acho que os pormenores se ficam a distinguir muito menos e que, em geral, não tem graça nenhuma.
É como um automóvel com mudanças manuais. Nunca percebi porque é que tanta gente prefere mudanças manuais quando há mudanças automáticas, que permitem fazer tudo muito mais confortavelmente.
“Pois eu, pelo contrário, não entendo qual é a vantagem de uma fotografia (ou de um filme) a preto e branco.”
Bate certo.
Por acaso, e contra vontade, sou forçada a duvidar…
Obrigado, Maria.
A queimar o(s) último(s) cartucho(s) – acho que dava um bom título! 🙂
Por falta de jeito e por desconfiar que revela um nadinha de presunção, raramente intitulo as fotos, mas podia ser. 🙂
Por acaso acho que revelaria um pouco mais do fotógrafo; resta saber se o fotógrafo quer dar pistas da sua interpretação.
Presunção é dar nome a calquitos. As fotos que tem partilhado não o são – mas não sou crítica de arte, tenho apenas critério e gosto pessoal. E no fim não serei eu também, não seremos nós que “apenas” apreciamos, o derradeiro destinatário da mensagem?