Não. São jacintos de água, uma espécie de planta que espalha as folhas à superfície da água. São uma praga em diversos rios e lagos, e não somente em Portugal (na Índia também, por exemplo). Têm que ser regularmente apanhados, com a vantagem de darem um bom estrume para as terras.
O sítio é lindíssimo mas o rio não me pareceu nada saudável — a mancha de erva é enorme e dá-me ideia que não permite que mais nada sobreviva ali — a zona está bastante degradada, precisava de uma boa intervenção. Mais a mais faz parte do caminho de Santiago e é triste que esteja tudo sujo e com lixo nas margens.
Merecia mais atenção dos outros parasitas das autarquias.
Aliás, ali perto, na estrada do Carvalhal, debaixo da N1, há uma suinocultura ou vacaria — uns barracões imundos com um cheiro nojento. Não é fisicamente possível que os animais tenham condições decentes ali. Convinha que alguém investigasse.
Eutrofização?
Não. São jacintos de água, uma espécie de planta que espalha as folhas à superfície da água. São uma praga em diversos rios e lagos, e não somente em Portugal (na Índia também, por exemplo). Têm que ser regularmente apanhados, com a vantagem de darem um bom estrume para as terras.
Passei lá há bocado. Creio que é erva-pinheirinha:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Myriophyll um_aquaticum
O sítio é lindíssimo mas o rio não me pareceu nada saudável — a mancha de erva é enorme e dá-me ideia que não permite que mais nada sobreviva ali — a zona está bastante degradada, precisava de uma boa intervenção. Mais a mais faz parte do caminho de Santiago e é triste que esteja tudo sujo e com lixo nas margens.
Merecia mais atenção dos outros parasitas das autarquias.
Isto era, salvo erro, a ponte por onde antes passava o IC2 (a estrada Lisboa-Porto). Muitas vezes passei eu por cima dela…
Que giro isto. Não conheço. Vou lá dar uma espreitadela.
Aliás, ali perto, na estrada do Carvalhal, debaixo da N1, há uma suinocultura ou vacaria — uns barracões imundos com um cheiro nojento. Não é fisicamente possível que os animais tenham condições decentes ali. Convinha que alguém investigasse.