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Para trás, para a direita na fotografia, a Alfândega que, adolescente (quase nem isso), ainda conheci com a estação ferroviária activa. Para a frente, descendo um pouco, acompanhando o magnífico Douro, o Muro dos Bacalhoeiros e a Ribeira.
A Ribeira, é inevitável por estes tempos, algo infectada pela presunçosa moda das coisas “gourmet”, dos “lounges” e afins, local de paragem de algumas faunas pelo menos peculiares, frequentemente incómodas, e tomada de assalto pelo turismo massificado (e o que em torno dele gravita) – credor de louvores numas coisas; capaz de impor disparates que magoam, em muitas outras – e escondendo mal a ruína abundante por entre os edifícios do Porto antigo.
Mas é a Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto. Para este alfacinha de nascimento, criação e vida, a mais bonita cidade de Portugal.
Para trás, para a direita na fotografia, a Alfândega que, adolescente (quase nem isso), ainda conheci com a estação ferroviária activa. Para a frente, descendo um pouco, acompanhando o magnífico Douro, o Muro dos Bacalhoeiros e a Ribeira.
A Ribeira, é inevitável por estes tempos, algo infectada pela presunçosa moda das coisas “gourmet”, dos “lounges” e afins, local de paragem de algumas faunas pelo menos peculiares, frequentemente incómodas, e tomada de assalto pelo turismo massificado (e o que em torno dele gravita) – credor de louvores numas coisas; capaz de impor disparates que magoam, em muitas outras – e escondendo mal a ruína abundante por entre os edifícios do Porto antigo.
Mas é a Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto. Para este alfacinha de nascimento, criação e vida, a mais bonita cidade de Portugal.
Costa