Cá venho manter o saldo. Também não é difícil, com fotografias deste calibre tens elogios garantidos para o resto da vida. E agora vou ler o teu post, que já basta de actos falhados com o teu ídolo…
Not really (bom, talvez um bocadinho). A verdade é que acho mesmo que não tenho um estilo. Nem vários bem definidos como – tem juízo, rapariga! – o Pessoa.
🙂
Assim de repente, ídolos do sexo masculino só o Federer… 🙂
É verdade que temos mas a sério: gosto das obras de muitos homens mas ídolos, assim de repente, só me lembrei do Federer. E agora que já pensei mais um bocado ainda só lhe consegui acrescentar o Clint Eastwood. Talvez o Vargas Llosa…
Belíssima foto.
Obrigado, Pedro.
Excelente.
Isto é na reserva natural do estuário do Douro? (Que fica do lado de Gaia.)
Obrigado, Luís. Exactamente.
Imagem belíssima! Que ave é aquela?
jj.amarante: o meu conhecimento de aves é limitadíssimo mas, tanto quanto sei, uma garça. E obrigado.
Cá venho manter o saldo. Também não é difícil, com fotografias deste calibre tens elogios garantidos para o resto da vida. E agora vou ler o teu post, que já basta de actos falhados com o teu ídolo…
Ah, esqueci-me de dizer: a outra fotografia era um Magritte, esta é um Miró.
O que me suscita dois comentários:
– Se na outra faltava cachimbo ou chapéu de coco, nesta não falta cor?
– Inadvertidamente, acabas confirmando algo que suspeito (e receio) há muito: não tenho estilo próprio. 😉
Bah… claro que tens o teu estilo. Ou tens vários, como o Pessoa. Fishing for (more) compliments, Mr. Jaa?? 🙂
Not really (bom, talvez um bocadinho). A verdade é que acho mesmo que não tenho um estilo. Nem vários bem definidos como – tem juízo, rapariga! – o Pessoa.
🙂
Assim de repente, ídolos do sexo masculino só o Federer… 🙂
Cristo, o terror que os homens têm de admitir estas proximidades, mesmo que sejam só intelectuais!
É verdade que temos mas a sério: gosto das obras de muitos homens mas ídolos, assim de repente, só me lembrei do Federer. E agora que já pensei mais um bocado ainda só lhe consegui acrescentar o Clint Eastwood. Talvez o Vargas Llosa…
Muito bem. És um dos corajosos, afinal. 🙂