Todo o Outubro, todo o Novembro e o Dezembro até ao último cacho, ao derradeiro bago, murcho. Não lhes sei o nome, vinha cada um de sua vez, numa acrobacia sem rede, sem poiso, e zás, está no bico, e na corda da roupa chega ao papo. Não lhes sei o nome, nunca os vira aqui, só comem uvas de vinha virgem, parecem piscos de peito claro. Agora, moem-me as saudades. Também sou de hábitos. E Aquilino, te-los-á visto? Espero que sim, que agora moem-me as saudades.
Foram três meses e manhãs seguidas.
letraspequenas,


Bons olhos a vejam por aqui! 🙂
Não conhecia o roteiro aviário.Mas não vejo lá uma ave de grande porte:A Casa Grande de Romarigães.
Para ouvir aqui. x?content_id=2316097&audio_id=2599222
http://www.tsf.pt/Programas/programa.asp
E aqui. gMg#t=177
https://www.youtube.com/watch?v=HoFfAZ4B
Pronto, já cheguei @gri:
Dos cachos virgens sibilando o sabor,permita que tire às saudades sua dor:
http://www.youtube.com/watch?v=e9RS4biqy Ac