É isto que nos redime como povo. Somos trapalhões, desorganizados e pouco aguerridos? Talvez, mas também somos criativos e capazes de uma resistência pacífica, inteligente e com um requintado sentido de humor, mesmo nas épocas mais difíceis. Temos recursos preciosos, digam lá o que disserem. Sempre quero ver como o governo vai descalçar esta bota.
Foi você que pediu uma factura?
Ana Vidal,

Lol.
🙂
Já conhece o “Diário Secreto de Vítor Gaspar” o novo livro de António Ribeiro, autor dos bestsellers O”O Cão de Sócrates” “D. Maria, A Empregada de Cavaco”.
Hoje nas nas livrarias.
https://www.facebook.com/aEsferadosLivro s?ref=hl#!/pages/O-Di%C3%A1rio-Secreto-d e-V%C3%ADtor-Gaspar/495976383779669?fref=t s
Acabei de ler a notícia e ri-me como uma perdida. É a resposta certa a esse absurdo das faturas! Como diz o povo: para grandes males, grandes remédios!
Ora bem. O povo sabe sempre responder à altura, às vezes é só uma questão de tempo.
E, entretanto, o sr. Viegas, por quem nutria uma certa simpatia, depois de se ter saído com a célebre “tomar no…” vem agora declarar que “não se trata de uma crítica a este Governo em particular”, mas sim à “máquina do Estado”, como se a máquina do Estado Português dependesse do governo da Mordóvia.
Pois, foi um emendar de mão tardio e pouco convincente, concordo. Mais uma vez correu-lhe mal. Como é que FJV podia criticar este governo se ainda há cinco minutos lá estava, e se saíu “por motivo de doença” e não por divergências assumidas?
Não há bota nenhuma para descalçar.
Não há, em princípio, mal nenhum em que uma pessoa tenha muitas faturas em seu nome.
Pode vir a ser alvo de uma inspeção, mas o mais provável é não vir.
Depende do volume de “muitas” e da comparação com o volume de rendimentos que tem. Seja como for, é uma pedra na engrenagem mesmo que não venha a haver investigação, e já valeu por isso mesmo.
Tem toda a razão, Ana: esta é uma forma de protesto original. E que ajudam o 1º ministro a atingir o tal plafond de despesas que lhe permitirão recuperar os tais 250 euros. Para além de, como a Ana, considerar os portugueses “trapalhões, desorganizados e pouco aguerridos”, eu diria que também são… generosos.
Alexandre, não me parece que isso venha a acontecer. As facturas estão a ser emitidas aos milhares, alguma coisa vai ter de ser feita entretanto.
Também acho. Esta mete o humor britânico num chinelo 🙂
Nem mais. Às vezes superamo-nos. 🙂
http://inimigo.publico.pt/Noticia/Detail/1 585436
Ahahah. Eu também sou amiga do Inimigo Público.
Hi hi hi hi!
🙂
Mas resistir a quê?! Ao fim, ou pelo menos diminuição, da economia paralela?
E porque não, se é a única que ainda funciona neste país?