
O parque de Sete Rios é um dos mais belos espaços verdes de Lisboa

Aldeia dos Macacos, celebrizada no filme A Canção de Lisboa

Hora da sesta no jardim zoológico: podemos apadrinhar um destes animais
Estamos no centro de Lisboa, mas ninguém diria. É um grande parque verde povoado de 300 espécies animais. Parece cenário de filme. E já foi mesmo: basta lembrarmos A Canção de Lisboa, aqui filmada por Cottinelli Telmo, com Beatriz Costa, Vasco Santana e António Silva à frente de um excepcional elenco.
Fundado em 1884, o Jardim Zoológico de Lisboa está muito bem conservado, quase a meio deste seu segundo século de existência. Acabou a era em que enfiavam bichos em jaulas: agora estão em espaços muito mais amplos e arejados que reproduzem na medida do possível os seus habitats naturais. A grande maioria destes dois mil animais já nasceu em cativeiro. Podemos apadrinhar qualquer deles. Há intercâmbios constantes entre zoológicos de outros países para evitar os riscos da endogamia.
Se há passeio recomendável na capital, é precisamente aqui. Para miúdos e graúdos. Recordo as primeiras vezes que visitei este jardim, ainda em criança, e a sensação de deslumbramento que senti ao observar ao vivo tantos animais que só costumava ver na televisão. O tempo passa, mas esta sensação nunca se perde. E é com gosto redobrado que confirmo como o Zoo de Lisboa se adapta aos novos tempos, continuando a seduzir os visitantes. Que são poucos, devido à pandemia que de tudo nos afasta – do parque de Sete Rios também. Não deixemos que ela nos vença: há que sair de casa, há que passear, há que evitar os comportamentos fóbicos induzidos pelas notícias e lutar contra o medo.

Sim, é verdade. Mas o Pedro pode escrever sobre o falecimento de Otelo Saraiva de Carvalho, que ocorreu esta manhã.
Para quê?
Eu arriscaria dizer que de certa maneira a “aldeia dos macacos” já é sobre esse assunto.
Fica o aviso: este meu texto é sobre o Jardim Zoológico de Lisboa. Quem quiser abordar outros tema para além deste fará o favor de deixar comentários noutros postais. Este não serve para isso.
Pedro Correia eu apenas levantei o polegar por ter gostado do seu texto, não comentei nada acerca do que quer que seja.
Não me referia a si. Só fiz uma advertência genérica.
Touché. [<)]
O Jardim Zoológico sempre foi sinónimo de um dia bem passado e era local de peregrinação anual, assim que começavam as férias grandes. Ainda é.
Curiosamente, a Canção de Lisboa tem-se revelado cada vez mais actual nesta época de entendidos em tudo , relembrando principalmente aquela pergunta incessante que o Vasquinho faz às tias no Jardim Zoológico, ” Então? Sou ou não sou doutor?”
Um dia quase que nao chega, querendo apanhar as actividades, os golfinhos, aves de rapina e alimentação.
Giro ver as aves (pavões e…) desconfinadas.
Uma nota, o zoo deixa sair das instalações para almoçar, algo raro no comércio tuga. Fizeram também bem em optar pelo bilhete único.