




Sintra, mais deslumbrante que nunca. E, por estes dias, com um número quase residual de turistas – algo impensável há ano e meio, inimaginável em pleno Verão.
Vale a pena visitá-la com vagar, aproveitando o espaço disponível: quando lá vamos, ficamos sempre a ganhar. Em conhecimento histórico, em fruição da beleza natural e arquitectónica, em pausa na rotina quotidiana.
Se algo de bom nos trouxe o coronavírus foi isto: podermos desfrutar recantos do País que antes pareciam reservados a hordas forasteiras. Valha-nos isto. Aproveitemos enquanto dura.

Até os pombos se encontram confinados. Aproveite-se e que se torne proveito. O PAN tem aqui mais um tema de luta.
Já agora, aproveitem este aquecimento global que se faz sentir hoje em Portugal, para poderem arranjar mais uns articulados que favoreça impostos.
Em Sevilha o ambiente está calmo e com os covids confinados. No jogo Inglaterra x Alemanha a púdica Merkel ainda não se atreveu a proibir as viagens de seus cidadãos para assistir a este evento.
Fica provado que os covids detestam futebol e que os adeptos do Sporting não podiam contaminar ninguém. O problema ocorreu com os turistas ingleses. Quem vem veranear transporta o bicho.
O Sr. Correia mostra aqui a sua verdadeira natureza: faz atentados ao bom nome do Sr. Rodrigues e depois como um aluno amestrado incentiva os Portugueses a irem a Sintra, desrespeitando a proibição de viajar entre concelhos. E pior! chama forasteiros aos nossos queridos turistas. Os naturais não têm carcanhol. O Sr. Correia é um saltimbanco a boa maneira do seu mestre Rodrigues.
Anabela Costa
Senhora Anabela Costa, Deus permita que a senhora não possua qualquer vínculo familiar com o Costinha da bazuca que necessita pedir autorização para ir ao banco. Se isso acontecer, vai haver um sururu danado neste blog.
Todavia, a senhora, talvez pelas confusões emanadas pelo senhor Rodrigues, tem de compreender que a limitação de circulação não ocorre entre concelhos na Área Metropolitana de Lisboa (AML), mas a partir dos limites desta para fora e das de fora desta para dentro.
Tiro ao lado, Maria Adelina. O Governo socialista ainda não proibiu deslocações dentro da Área Metropolitana de Lisboa, onde somos quase três milhões de residentes.
Espero que o seu fim de semana corra bem aí em Sevilha. Não sente falta do Dudu?
Aqui no Algarve também se está bem… ou Furando o cerco que não é cerco na AML.
😎
Até aí não vou, por enquanto. Aproveite bem.
Estive em Sintra durante o confinamento do ano passado. Era uma coisa fantasmagórica. As lojas todas fechadas. Os parques (o castelo, a Pena, Monserrate) trancados e inacessíveis. Fazia impressão. Era bonito mas, ao mesmo tempo, tétrico.
Nessa altura não era só Sintra: todo o país estava fechado. Eu estive lá em Novembro e vi-a quase sem ninguém, algo inédito e até um pouco assustador. Por prenunciar uma decadência impensável há pouco mais de um ano.
Espero que isso nunca se repita.
Quando começou o confinamento, este ano, tive a mesma sensação de viver uma realidade distópica. Num solarengo domingo de Inverno, fui passear do Arco do Cego à Gulbenkian e não se via absolutamente ninguém na rua. Parecia que todos os Lisboetas tinham sido levados por uma nave espacial ou coisa que lhe valha…
Isso aconteceu-me várias vezes. Mas no início do ano até se compreende. Em 28 de Janeiro chegaram a morrer 303 pessoas em 24 horas por Covid-19.
Concordo. Nessa altura a situação era preocupante. Mas dificilmente se apanha um vírus em ruas com baixa densidade de peões. Sair à rua não me parece ser dos comportamentos mais temerários, a menos que se vá passear para a Avenida Istikal.
Com certeza.