Filosofia de parede


Pedro Correia,

Lisboa, Rua Isidoro Viana

18 comentários em “Filosofia de parede”

      1. Sim, o símbolo era um trocadilho habitual dos anarcas. Mas afinal Cristo foi um revolucionário muito incómodo no seu tempo e sempre defendeu as minorias. Não me parece que ficasse ofendido se lesse esta parede… 🙂

          1. E ainda mais curioso é que a Igreja não tenha mandado limpar a blasfémia. Neste país, o desleixo vence a indignação.

  1. Samaritana, pelebeia de Sicá, alguém espreitando a viu beijar Jesus …… e como qualquer mortal, seu coração palpitou.

    Não era GAY
    Ponto

    J. Menezes

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *