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ANTÓNIO GUTERRES
Nunca um político português atingiu um posto tão relevante a nível internacional: António Guterres superou as exigentes provas a que foi submetido e foi eleito secretário-geral da ONU em Dezembro, tendo prestado juramento mesmo à beira do fim do ano.
É a consagração máxima na carreira do ex-secretário-geral do Partido Socialista, que exerceu as funções de primeiro-ministro entre 1995 e 2002, e desde então só regressou ao palco da política portuguesa por breves meses, quando Marcelo Rebelo de Sousa o convidou para conselheiro de Estado.
Ironias do destino: há dois anos era ele o nome mais falado para representar o PS na corrida presidencial. Afinal quem chegou a Belém foi o seu amigo e adversário político Marcelo, enquanto ele rumou a Nova Iorque. Para ascender a secretário-geral da ONU muito contou o seu bom desempenho anterior como alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados.
Guterres foi eleito Figura Nacional do Ano pelo DELITO DE OPINIÃO num dos nossos escrutínios mais concorridos de sempre, que contou com a participação de 27 dos 31 autores deste blogue. Como já sucedeu noutros anos, cada um de nós poderia votar em mais de uma figura ou mais de um facto.
Mesmo sendo só notícia no último trimestre de 2016, o novo dirigente máximo da ONU destacou-se como favorito nas nossas escolhas: recebeu 15 votos, relegando para um distante segundo posto Marcelo Rebelo de Sousa. Eleito Presidente da República logo à primeira volta, a 24 de Janeiro, empossado em 9 de Março como inquilino de Belém e figura em foco durante o ano em Portugal, Marcelo só obteve sete votos.
Ainda mais distantes, ficaram duas figuras do futebol: o seleccionador nacional Fernando Santos, que entre 10 de Junho e 10 de Julho conduziu a equipa das quinas à conquista do Campeonato Europa, a maior proeza de sempre do futebol português, e o jogador Éder, que marcou o golo decisivo do nosso triunfo na final disputada em Paris frente à selecção francesa. Ambos receberam dois votos.
Cristiano Ronaldo – que também se sagrou campeão em França e recebeu a quarta Bola de Ouro da sua carreira – recebeu um voto solitário. Tal como a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins.
Figura nacional de 2010: José Mourinho
Figura nacional de 2011: Vítor Gaspar
Figura nacional de 2013: Rui Moreira
Figura nacional de 2014: Carlos Alexandre
Figura nacional de 2015: António Costa

Isto ser secretário geral da organização que legitima as mais variadas ditaduras é muito importante…
O único que fez alguma coisa de relevo nessa lista foi Fernando Santos.
Caro Pedro:
Razão têm os terroristas do Autoproclamado Estado Islâmico em abominar a ordem estabelecida e todas as suas instituições.
O nosso Guru dos amanhãs que cantam, e do radioso futuro de cada um por si – o inenarrável lucklucky – o confirma.
Amen!
Já vi que não casa. Na casa prefere, para aquecimento a botija de água quente, para a dieta, o pepino e para a boquinha, o aspirador
GUGU e CELINHO, é que a levam direita.
Há um odor a santidade que deles evanesce…
Pessoalmente será sempre um membro da nossa distinta elite que fugiu do pântano. Agora parece que tem a solução para tudo. Actualizado: já disse que não é o salvador do mundo.
HIPOCRISIA ELITISTA.
Ó Jô! Mas quando é que o homem afirmou que tinha solução para tudo? Se nem o Jorge tem, quanto mais o Guti
GUGU, o santola.
CELINHO, o farsola.
Figuras nacionais:
Todos aqueles que suportam diariamente o cheiro a “lixo” que os governantes empurram para “debaixo dos tapetes”.
Tapete de ouro: Tony Chamuças