VÍTOR GASPAR
Ilustre desconhecido da generalidade dos portugueses até há seis meses, o ministro das Finanças tornou-se uma figura dominante da cena política nacional no último semestre de 2011, suplantando todos os outros protagonistas, na opinião da maioria dos membros do DELITO DE OPINIÃO, na já tradicional votação em jeito de balanço do ano que terminou. Pelas severas medidas de austeridade que determinou em resposta à situação de emergência que levou o anterior Executivo a solicitar auxílio internacional. E também pelo seu original estilo de comunicar com os portugueses. Inconfundível, embora não inimitável.
Vítor Gaspar, com dez votos, destacou-se largamente, passando a ocupar o posto que em 2010 os autores do DELITO reservaram a José Mourinho. Em segundo lugar, com três votos, ficou a nova presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, a primeira mulher a ocupar o segundo posto mais relevante do Estado português. Dois votos recaíram no primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, vencedor das legislativas de 5 de Junho, e outros dois no ensaísta Eduardo Lourenço, galardoado em 2011 com o prestigiado Prémio Pessoa. Os restantes cinco votos foram distribuídos pelas seguintes personalidades: Eduardo Souto Moura, Henrique Medina Carreira, Isabel Jonet, José Manuel Coelho e José Sócrates.


-Porque tens uns olhos tão grandes?
-É para vos ver melhoooor!
-E porque tens umas orelhas tão grandes?
-É para vos ouvir piooor!
-E porque estás a fazer uma boquinha pequenina?
-É para fingir que não vos vou comeeer!!!
Você anda a candidatar-se ao comentário da semana, Bartolomeu.
Ah, sim?
E… quanto é que “isso” pode render em coupons para compras nas lojas do Sr. Belmiro, ou do Sr. Jerónimo?
;))
Pode ‘render’ a transferência da respectiva sede social para a Holanda.
É verdadeiramente espantoso que, entre os “membros” do Delito de Opinião, haja alguém que considera o sr. José Sócrates a figura nacional de 2011.
Comentários para quê?
No DELITO o voto não é secreto mas é sempre respeitável, Francisco.
E por falar em Sócrates: je vous souhaite une très bonne année.
Et moi, je vous souhaite aussi…
Muito bom, Pedro! Grande resposta, bom ano!
Beijinho, Patrícia. Ou, como diria o outro, je t’ embrasse.
Ah, sendo assim, já sei… É como eu supunha.
Já o outro dizia: está tudo bem e não podia ser de outra maneira…
Tout va bien, quand même.