Fernando Negrão: antologia breve


Pedro Correia,

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Palavras de Fernando Negrão, hoje, na sua estreia como líder parlamentar do PSD no debate quinzenal com o primeiro-ministro:

 

«O senhor primeiro-ministro tem mais experiência política do que eu.»

«Eu quero ser leal consigo.»

«Esta bancada é uma bancada de oposição. Irá exercer essa oposição de uma forma responsável, construtiva, mas firme.»

«Tenho a certeza, senhor primeiro-ministro, que será possível, nas grandes questões de interesse nacional, nós dialogarmos e chegarmos a acordo.»

«Se essas questões de interesse nacional e de regime exigirem o diálogo e o acordo necessário, há toda a disponibilidade desta bancada para o efeito.»

16 comentários em “Fernando Negrão: antologia breve”

      1. Ahahah … é mesmo!
        Com tanta “satisfação em ser-lhe útil, disponha”, AC é só deitar e rolar …!!! E o povo agradece, feliz, enfim!

  1. Creio bem que Rui Rio joga para o segundo lugar. Não entendo a estratégia, a não ser que esteja a seguir o exemplo de Costa, que isto de ficar em segundo nas últimas legislativas até lhe correu bem. Será?
    Pode é acontecer que o eleitorado mais à esquerda deserte para o PS, e o mais à “direita” para o CDS…

  2. Concluindo a abordagem.
    Porque ninguém tem mudado tanto como Costa e porque César saudou a mudança alheia gostaria que Negrão tivesse entrado assim:
    Na qualidade de líder da bancada do partido mais votado cumprimento o Presidente desta assembleia agora em exercício, bem como o chefe do governo que por agora está em funções.
    Que se fecunde o protocolo.

  3. Estas histórias sobre o partido de União Nacional mas com muitas siglas – PS, PSD, BE, CDS, PCP – são uma farsa.

  4. Impossível escrever direito por linhas tortas.
    Este PSD está reduzido a defender políticas que nunca sufragadas eleitoralmente porque diferentes das que anteriormente foram a eleições.
    Mais um efeito preverso de um sistema eleitoral que não elege deputados.
    Apenas, inconsequentemente, se elege uma etiqueta, uma marca, umas setinhas, umas mãozinhas cujos programas eleitorais leva-os o vento.

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