Terceira e última incursão à Feira do Livro. Trago de lá Portugal – Ensaios de História e de Política, de Vasco Pulido Valente. Uma edição Aletheia que encontro como Livro do Dia: 9,5 euros. Boa compra, não tenho dúvida. E um romance do Francisco José Viegas que há muito tempo procurava: Crime em Ponta Delgada. Encontro-o junto às “sobras” da Europa-América: é o último exemplar. Trago-o por 2,49 euros. Tanto quanto Horizontais Dois, Verticais Um, mais um livro de Ruth Rendell a entrar na minha biblioteca.
Trago ainda Prisioneiro do Estado, o diário secreto do ex-líder comunista chinês Zhao Zyiang, afastado do poder na sequência imediata do massacre de Tiananmen – com chancela da Casa das Letras e tradução da Ana Glória Lucas, minha ex-colega de redacção; El Maquiavelo de León, polémico retrato do primeiro-ministro espanhol Rodríguez Zapatero, traçado pelo jornalista José García Abad (edição La Esfera de los Libros, no pavilhão do Corte Inglés); e ainda as duas pechinchas da praxe: Memórias de Mosby, de Saul Bellow, e Funo – Guerra em Timor, de Carlos Cal Brandão. Encontro ambos os livros, a cinco euros cada, num dos alfarrabistas da Feira. Edição da Perspectivas & Realidades, que já terminou. Mas os livros ficam. E ainda bem.


Fui lá hoje, in extremis. E vim de lá cheia de pechinchas.
🙂
Acabou hoje, a feira do livro?
Acabou hoje. Ainda bem, ou eu ficava arruinada para os próximos meses…
Mas a do Porto começa para a semana.
Tenho uma lágrima no canto do olho.
Bom, eu por mais um ano nem cheguei a ir à de Lisboa…