Segunda incursão à Feira do Livro. Trago de lá o livro Diálogos Sobre a Fé (Verbo), uma longa entrevista ao Papa Bento XVI. E ainda Irmãos – a história oculta dos anos Kennedy (Casa das Letras), de David Talbot; Koba, o Terrível (Teorema), de Martin Amis; Las Mujeres de Hitler, de Anna Maria Sigmund (do pavilhão do El Corte Inglés, com muitos livros em espanhol, a preços acessíveis).
Passo pela Minerva, uma das “minhas” editoras de sempre, e abasteço-me de algumas pechinchas: Madame Bovary (Flaubert), A Tulipa Negra (Alexandre Dumas), Inocente da Tua Morte (Nicolas Freeling) e Um Americano em Porto Rico (Edwin Rosskam). Já da zona dos alfarrabistas trago O Homem que Era Quinta-Feira (Chesterton), Ilha de Verão (Erskine Caldwell) e Conversações com Estaline (Milovan Djilas). E é só por já ter peso a mais nos sacos que não venho de lá também com os dois volumes de E Tudo o Vento Levou (dez euros) e os seis volumes de Guerra e Paz (12,5 euros). Tudo em estado impecável, como novo.


Sempre achei extraordinário encontrar em alfarrabistas belíssimas edições de grandes obras que parece nunca terem sido lidas ou sequer manuseadas.
Este ano não fui à Feira do Livro. Estou a entrar em austeridade por causa do PEC. Vou aproveitar para ler o que tenho cá em casa e pedir uma prorrogação do meu prazo cá pela terra para ver se consigo acabar tudo antes de me ir. Por outro lado, ando cada vez mais irritada com o preço dos livros em Portugal.
O preço é o menor dos problemas, Leonor. Comprei vários livros a 2 e 3 euros na Feira. Mais barato só mesmo de borla.
Mas se quiseres comprar um livro mais recente ou acabado de sair não pagas isso e esse é o problema. Os livros começam a ser um objecto de luxo, mas quanto mais burrinhos melhor…
Isso é verdade. Existe esta moda estúpida, que nunca mais passa, de fazer edições com custos de produção caríssimos em vez de se investir em ‘paperbacks’, ainda por cima com a alegação de que a malta gosta de pagar mais caro.
Nem mais.
Meu caro,
Também este ano fiz a incursão à Feira do Livro em duas etapas, uma tarde do lado do Ritz/Castilho, na semana seguinte do lado da Sidónio Pais. A ziguezaguear pelos pavilhões, claro.
Comprei:
American Express Guide – San Francisco e o Norte da Califórnia (Vacances oblige! 🙂
Alexandre O’Neill – Já cá não está quem falou
Marcello Duarte Mathias – Os dias e os anos.
Mas é mais pelas oportunidades que surjam naqule contexto, pois que o meu fornecedor de eleição é a Amazon.co.uk e depois – mas mais pontualmente – a FNAC, que conheço desde 1991 por via de ter morado uns anos num pais (nem sempre) Francófono.
Forte abraço, extensível a todos(as) no Delito,
Boas compras: guias de viagem também não dispenso. De bom grado teria comprado também o livro de M. D. Mathias. Dele li o Diário da Índia e gostei bastante.