Enquanto uns por cá permanecem inamovíveis, mesmo quando recebem murros no estômago, noutros quadrantes há quem actue em conformidade, certamente por ter vergonha na cara.
Faz toda a diferença.
Enquanto uns por cá permanecem inamovíveis, mesmo quando recebem murros no estômago, noutros quadrantes há quem actue em conformidade, certamente por ter vergonha na cara.
Faz toda a diferença.
A diferença entre Oficiais Generais e meros ( e medíocres) funcionários públicos com farda ( na prática, equivalentes a contínuos), escolhidos pela merdiocracia “governativa” pela sua capacidade de sabujice, directamente proporcional à garantia de um lugar à manjedoura.
E continuam a chamar-lhes Forças Armadas – vá lá saber-se porquê:::
Por cá é mais brincar ao lego.
“Tancos: Reintegração de comandantes não excluiu eventuais responsabilidades
18 jul 2017 18:55
O ministro da Defesa admitiu hoje que a reintegração dos cinco comandantes do exército exonerados após o furto de material de guerra em Tancos não significa que não possam ser responsabilizados nas investigações em curso”
Tal como insistente permanência do ministro e do CEMFA, e por aí acima, nos respectivos postos não exclui eventual apuramento de culpas próprias no cartório.
Este folhetim de Tancos parece-me cada vez mais uma peça de teatro. Do absurdo.
No absurdo ainda encontramos bons autores. Aqui, nem isso!
Talvez apenas uma rábula revisteira, Helena. Mas sem graça.
Nesta fossa tanquiana o que mais vómitos me causou, foi os comandantes suspensos terem aceite de volta os respectivos comandos…
Revelaram ter estômago de betão. Engolem tudo.
“Nesta fossa tanquiana o que mais vómitos me causou, foi os comandantes suspensos terem aceite de volta os respectivos comandos…” Vê-se mesmo que você não andou na tropa. E muito menos na guerra colonial. Faz ideia do que é guerra ou é só da televisão?
Se fosse comigo, podem ter a certeza que não só não voltava como os processava.
Tiro e queda. Neste caso o tiro foi de pólvora seca. E a queda foi reversível, contrariando a lei da gravidade.
Nem mais. Aliás, pelo aspecto dos militares do Exército – balofos e desaprumados (aquele CEMGFA é ridículo!) – vê-se logo como são antiquados.
A tropa portuguesa, especialmente o Exército, é bem o espelho do regime.
Se são balofos, é sinal de rancho melhorado e pré pago a horas. Apesar das cativações.
A tropa não militar é bem mais perversamente descomposta, e nunca falta ao pré e ao rancho, onde ainda “vá de encher” a marmita pendurada ao pescoço.
A propósito tenho que perguntar à moda da minha terra:
Alto responsável da Nação não estará a sentir nada pela espinha, tanto febre dos quartéis como da peluda?
Esta historieta parece cada vez mais esconder a criação (pessimamente gerida) de um pretexto para apetitoso negócio imobiliário.
A expressão “tropa fandanga” ajusta-se na perfeição a tudo isto.
Olha um francês com eles no sitio a fazer frente á nova coqueluche da NWO.
Desde o chefe do exército ao mais humilde operário essa coqueluche vai ter muito que penar e ainda bem.
Coitado do general, enervou-se com as cativações.
Os gauleses ainda não conseguiram inventar um Centeno…
“francês com eles no sitio” Machismo do mais ordinário.