Primeiro taxaram o tabaco, mas como tu não fumavas, não te importaste. Depois taxaram o sal e o açúcar, mas como tu só comias alimentos saudáveis, não te importaste. Então eles decidiram taxar a tua quinoa e as tuas sementes de chia e já era tarde de mais.
Fat tax
Rui Rocha,

Entre taxar o que compramos ou cortar no ordenado que compra o que compramos, qual a diferença?
Há diferença, pode ser pequena, mas há.
O ordenado de funcionário público que se vende por migalhas?
Só se for. E só é a mesma coisa porque ambos são definitivos.
Não é pequena, não!
É que, no 1º caso, temos opções/alternativas.
E, no 2º, comemos e calamos.
São diferenças como esta, que tanto incomodam os devotos do capitalismo selvagem.
E que vão aumentando a popularidade da Geringonça.
A quem os tais davam poucos meses de vida…
João de Brito
Idiota- explica lá como detectas “fast food” sem ser por estribilho de chavão.
As boas das nossas bifanas não entram nisso ou o problema está no facto do pão dos hamburguers ter sementes e ser mais fofo?
Vamos precisar de mais uns 50.000 funcionários públicos só para identificar os produtos sujeitos a tributação e tudo o mais.
E as francesinhas, como é? não estão incluídas por não serem vendidas em multinacional?
E as batas fritas de todos os pratos de restaurante, ficam isentas?
Na dúvida, mais vale levar o sal de casa.
Pode haver e em vários sentidos. Para além de outras considerações, importa a carga fiscal total.
Em compensação isentaram de IVA o Canábis ( BE)
É coerente. A Cannabis é vegetal.
Algo me diz que não é com a saúde das pessoas que estão preocupados… Mas eu tenho tendência para me desorientar um pouco em algumas coisas que digo.

Pois está claro. Daqui a um bocado publicarei um post sobre isso, Maria.
+ 1.462 milhões até ao final do ano?
-Nã, nã vai acontecer. O que vai acontecer é um défice daqueles que já não tínhamos há alguns anos, tipo 3,5%, ou a tocar os 4%.
Temos de pedir ao Constâncio que faça uma avaliação do défice à centésima.
Kafka.
Uma geringonça que mata e “degola” com hipocrisia a população, ao estilo da “muidagem de cueiros vermelhos” iguais aos célebres guardas vermelhos criados por Mao.
A caminho de um estado feudal em que os servos da gleba servem os senhores com impostos.
A avaliar pelo aspecto que tem na fotografia, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais será um dos maiores contribuintes líquidos do novo “imposto gordo”: ne.pt/pt/a-embaixada/noticias/223-encont ro-do-senhor-secretario-de-estado-dos-as suntos-fiscais-com-o-secretario-de-estad o-do-orcamento-frances
https://www.paris.embaixadaportugal.m
Líquido ou sólido, sei lá.
Inclinar-me-ia mais para o estado gasoso…
Interessantíssima discussão sobre os estados da matéria colectável, João 🙂 .
Ou sobre o estado dos nossos secretários… de estado!
Eheheh!
Já escrevi noutro lado que o Secretário de Estado Rocha Andrade devia de imediato ser afastado do dossier fast tax, Pedro. Existe um manifesto conflito de interesses.