Nas famílias, mais tarde ou mais cedo, chega o momento em que os filhos deixam de viver à custa dos pais. Nas democracias, os pais do regime nunca deixam de viver à custa dos filhos.
Famílias disfuncionais
Rui Rocha,
Nas famílias, mais tarde ou mais cedo, chega o momento em que os filhos deixam de viver à custa dos pais. Nas democracias, os pais do regime nunca deixam de viver à custa dos filhos.
parece que as “famílias” actualmente no poder está a tratar desses casos de disfuncionalidades das outras “famílias”.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interio r.aspx?content_id=2026381
“As fundações com actividade em território nacional serão “extintas temporariamente” até ao final do ano, período em que o Governo avaliará a sua viabilidade financeira depois de as instituições entregarem a documentação necessária, disse à Lusa fonte ministerial…
e ainda: 820238202.pdf
http://dre.pt/pdf2sdip/2011/09/184000000/3
DESPACHO 12713/2011
Nos seus relatórios intercalares n.os 523/2011, 525/2011 e 364/2011, todos de Abril de 2011, relativos à Marinha, ao Exército e à Força Aérea,
respectivamente, a Inspecção -Geral de Finanças identificou, no âmbito das auditorias realizadas, situações decorrentes da aplicação do regime
de transição previsto nos artigos 31.º e 32.º do regime remuneratório supra -referido que consubstanciam a prática de ilegalidades e ou irregularidades…
Determina -se que:
1 — Os três ramos das Forças Armadas procedam, até 31 de Outubro
de 2011, à reconstituição casuística das situações supra -identificadas conformando as actuais situações jurídicas dos militares das Forças Armadas resultantes dessas situações, tendo por referência a situação
dos militares a 31 de Dezembro de 2009…
Fica a esperança que as “irmandades” (tipo maçonarias e afins) não escapem.
(mas será que “isso” existe??)
Exacto, Carlos. Relativamente às fundações a questão está a ser discutida precisamente neste momento. Como diz, esperar para ver e avaliar no final.
A notícia em causa traz-me à memória a época presidencial do “Cenourinha”, aquele para quem(lembram-se a proclamá-lo com o ar mais celestial do mundo?) “…há vida para além do défice”!.
Jorge Compaio será, sempre (tal como tantos outros de outras cores políticas) protegido da sua família disfuncional, a qual para além de gerar filhos gerou, também, enteados às resmas.
A Oeste nada de novo pois!
Ainda que mal pergunte, seMestre é mais ou menos do que Grão-Mestre?
Na Ordem Honorífica respectiva, seMestre é uma prebenda temporária, ao contrário da intemporalidade e absolutismo de outras também nobres funções.
Percebo…
Sendo assim então quando é que Portugal deixa de receber subsídios da “Europa”. Especialmente do país da malvada Merkel?
Quando formos crescidinhos. E tivermos juízo (ou eles por nós).