Oiço nas televisões chamar terroristas aos terroristas. Nem sempre acontece, por isso apetece-me sublinhar o facto. Não há nada como falar claro.
Falar claro
Pedro Correia,
Oiço nas televisões chamar terroristas aos terroristas. Nem sempre acontece, por isso apetece-me sublinhar o facto. Não há nada como falar claro.
Erro, eles não são terroristas, são elementos de um exército não regular que procura a supremacia de uma cultura / religião sobre todas as outras de forma violenta e sem misericórdia .
Enquanto os continuarem a tratar como terroristas no sentido “habitual” do termo eles estarão sempre um passo á frente.
Eu bem dizia aqui no DO que muita gente iria procurar apoio na Rússia e engolir as afrontas que tem feito a esta Nação, espero que os europeus a isso obriguem os seus pseudo líderes.
Um criminoso não deixa de o ser por tentar maquilhar os crimes com verniz político de alguma espécie.
Não são terroristas, são baratas, vermes.
Não há justificações nem compreensão, estes são actos sem qualquer desculpa.
Os comentários acima (das18:43, das19:20 e 19:29) parecem de autores que não conhecem a História da Humanidade. A chamar nomes aos autores dos atentados não resolvem problema nenhum. Esperemos que o líderes políticos não enveredem por esse caminho e que aqueles comentadores sejam excepção.
Qual é o problema de chamar tiranos aos tiranos, criminosos aos criminosos, terroristas aos terroristas, genocidas aos genocidas?
O conhecimento da história da humanidade altera alguma coisa quanto a isso?
Olhe que não, olhe que não.
“Qual é o problema de chamar tiranos aos tiranos,…” Não há problema nenhum, é inútil.
Se é “inútil” chamar tirano a um tirano, assassino a um assassino e carrasco a um carrasco, o que será útil, na sua opinião? Chamar-lhes Vossas Excelências? Tratá-los por “suas fofuras”? Servir-lhes cafezinho e um bombom?
A linguagem é das coisas mais importantes numa guerra. E não só para ajudar a pensar.
Direi mais: o palavreado é mesmo o mais importante, muito acima das Klashnikovs.
Controlar as palavras é a aspiração suprema de qualquer estado totalitário. Por isso esses estados recorrem sempre a um léxico muito próprio. Como nos ensinou Orwell, a supressão de diversas palavras ou a sua perversão (p. ex: “Liberdade é escravidão”), condiciona por completo o pensamento.
Nomes não chamei, porque nem isso merecem.
Eu não quero resolver problemas com vermes, não merecem sentar-se à mesa com a humanidade.
Os problemas que existem (fome, guerra,etc) devem ser resolvidos com os cidadãos (e seus representantes) em todos os países.
Estas coisas não são de um país, nação ou religião – não representam nada e não procuram resolver nada.