"Washington Post elogia governação de Sócrates: José Sócrates passou os últimos quatro anos a implementar medidas para ter como recompensa uma crise que colocou o país sem margem de manobra em termos fiscais e que impulsionou o número de apoiantes do Partido Comunista, escreve o "Washington Post", num artigo onde sobressaem os elogios à governação do primeiro-ministro.". Isto conta-nos o Jornal de Negócios. O artigo original (uma coluna de opinião de Steven Pearlstein e não uma notícia do jornal, refira-se), encontra-se aqui (onde só por acaso, para além dos elogios a Sócrates, Manuel Pinho também merece uma ou outra referência elogiosa). Agora gostava de vos remeter para notícia do Diário de Notícias de 4 de Maio de 2009: "Ainda vamos ter um Verão difícil, mas depois disso a maior parte das coisas estarão resolvidas." Quem o diz é Steven Pearlstein, jornalista e colunista do Washington Post. "Ainda temos alguns anos de ajustamento aos preços correctos das coisas, em que não vai haver crescimento. E não há nada que o Governo deva fazer acerca disso", acrescentou o vencedor do prémio Pulitzer em 2008, que esteve em Portugal, na semana passada, numa conferência organizada pelo Ministério da Economia. Cada um que tire as suas conclusões.
Fábrica de sonhos
jorgeassuncao,

Elementar, caro Jorge. Cherchez Pinho.
Steven Pearlstein não tem uma quota naquela loja de Beverly Hills?
Se calhar quer ter…
Pois… é tudo uma questão de prisma.
Pois é, Ana… o prisma de Steven Pearlstein sobre Portugal parece-me demasiado semelhante ao dos dois interlocutores com quem conversou na sua breve estadia por cá.
Chega a ser ridículo a> , ser tão ridículo a> . Acusar, com tanta leveza de espírito , que se “compram” ou influenciam assim notícias, demonstra um mau gosto e uma desonestidade intelectual que só se justifica por um ódio cego à governação ou a Sócrates .
Fala mal do governo? Imparcialidade!
Fala bem? Cai o Carmo e a trindade!
Sim, até porque esse senhor tem um interesse extremo de agradar a Sócrates ou a Pinho, deve depender dele para viver…por amor de deus!
Sabe, Luís, aos jornalistas aplica-se o preceito referente à mulher de César. Os do ‘Washington Post’, naturalmente, não são excepção.
Por essa ordem natural de raciocínio , devo chegar à conclusão que aqui todos os dias vou ler uma critica ao telejornal da tvi ou ao jornal publico?
Só p’ra ver se me entendo…
Porquê? Acha que somos vocacionados para rituais? Isso é noutra loja.
Não sei para o que são vocacionados, mas por este post não vejo grande vocação, lá isso é verdade.
Certo. Também já fomos jovens a querer ser gente…
Ena, por momentos relembrei aqui algumas criticas à postura do ataque pessoal, particularmente à idade.
Falta de maizena, aposto!
«Criticas à postura do ataque pessoal»??? Isso não é falta de Maizena: é falta de sopa de letras…
Gosto desta troca de comentários! ahah
Não se enerve, relaxe! Como pode ver, idade não é sinónimo de tranquilidade ou sapiência.
Bem visto.
Aqui? Não percebo. Está a confundir um blogue com um jornal?
Ah pronto, peço desculpa, vejo que acaba de admitir que são parciais, só referem e elogiam aquilo que seja “bota abaixismo”. O que não se enquadrar nessa categoria, temos este resultado. É sempre bom clarificar a opinião dos leitores.
Obrigado!
Reconheço-lhe a terminologia: «His Master’s Voice». Mas ainda tem de treinar a pose.
Se fôssemos parciais não teríamos estas caixas de comentários, abertas a leitores que pensam das mais diversas formas. Como bem sabe, nem todos os blogues fazem isso, muito pelo contrário.
Caro Pedro, desculpe lá a forma mais intempestiva do meu comentário, pode ser por causa do sono. De qualquer forma, discordo e muito deste post , como de muitos outros, divergências naturais, o que não invalida o facto de até gostar de ler o blog. No entanto, este post irrita-me particularmente por até sobre um meio de comunicação internacional, acusarem de existir alguma influência governamental.
Vou-me retirar que já é tarde. Cumprimentos!
PS: enfim, quanto à troca de palavras com o amigo João, mais valia apagar, não sei onde quer chegar com esse tipo de comentários.
Verdes anos, verdes anos…
Vá aparecendo, Luís. Seja para concordar, seja para discordar.
Abraço
Caro Luís,
“que se “compram” ou influenciam assim notícias”
Volto a repetir: cada um que tire as suas conclusões. Já agora: você costuma chamar à coluna de opinião do Vasco Pulido Valente uma notícia?
“No entanto, este post irrita-me particularmente por até sobre um meio de comunicação internacional, acusarem de existir alguma influência governamental.”
É uma coluna de opinião, não está aqui em causa o Washington Post, jornal que aprecio, mas tão só aquilo que levou Steven Pearlstein a emitir a opinião em causa. Está também em causa a notícia do Jornal de Negócios que confunde conceitos e é enganadora.
Bons sonhos.
Isto cheira-me a campanha negra 🙂