Ninguém de extrema-direita se confessa de extrema-direita, ninguém de extrema-esquerda se confessa de extrema-esquerda. Os extremos tocam-se.
Extremos
Pedro Correia,
Ninguém de extrema-direita se confessa de extrema-direita, ninguém de extrema-esquerda se confessa de extrema-esquerda. Os extremos tocam-se.
Eis uma verdade tocante.
E que até pode ser chocante.
🙂
Pedro:
Esta é como os “paralelos do ritmo” por mais que toquem nunca se encontram.
No caso que “postas” (desculpa o termo) direi que é mais um caso de extremas, mas por acaso há uma semelhança grande é que ambas são sempre totalitárias, quem diria.
Uma questão interessante: onde começa o extremo?
Lá na ponta? 2% antes? 10% antes? 20%?
Ou é uma qualificação mais qualitativa?
Talvez. A menos que seja uma quantificação mais quantitativa.
Entre uma e outra… Valha-me Deus! (Mesmo assim, acho que me arrepia mais uma esquerda extrema do que uma direita extremada – é um politicamente incorrecto, não é?)
Por acaso, aqueles que são do bloco central também se recusam a dizer que são.
Conviria tocar todo o espectro político e verificar que todos se tocam uns aos outros, o toque entre PS e PSD será considerado incesto?
Conordo em absoluto com o princípio, Pedro, mas partindo do pressposto que aquilo a que chamas extrema direita e extrema esquerda soma pouco mais de 2%. São tão pouquinhos, que nem se ouvem
Bom, considerando que as sondagens falharam completamente e que, possivelmente, muitos votantes do PSD não se confessam como tal, significa isso que também tocam nesses extremos? 😉