O seu ponto de vista dos Banqueiros Aldrabões é muito redutor.
Como certamente saberá, essa classe – a dos aldrabões – é muito mais extensa que isso.
E entra por variadíssimas áreas profissionais que, por respeito á senhora, não desenvolverei…
Respeitosos cumprimentos,
Extraordinário comentário, tão respeitoso que escusava de ser anónimo.
Mas explique-me lá, já agora, onde é que eu digo que todos os banqueiros são aldrabões, ou que só há aldrabões banqueiros.
Minha Senhora,
A senhora não disse “que todos os banqueiros são aldrabões, ou que só há aldrabões banqueiros.”
A senhora começou por dizer que “é melhor usar um bom repelente de banqueiros aldrabões”
Ao que eu retorqui, e queira-me perdoar a repetição “O seu ponto de vista dos Banqueiros Aldrabões é muito redutor.”
Não me parece que o tema – Os aldrabões a as várias classes profissionais por eles envolvidas – suscite grande interesse. A mim não suscita, de todo!
Já me basta a vida real neste campo e – com todo o respeito – não me merece qualquer explicação adicional sobre matéria envolvida.
Respeitosos e anónimos cumprimentos,
Respeitosamente, devo dizer-lhe que sei ler.
Mas o mais curioso é que, a avaliar pela sua reacção, o caríssimo e respeitoso anónimo foi o único a quem o tema suscitou algum interesse.
Caríssima,
“Respeitosamente, devo dizer-lhe que sei ler.”
Os meus parabéns!
“Mas o mais curioso é que, a avaliar pela sua reacção, o caríssimo e respeitoso anónimo foi o único a quem o tema suscitou algum interesse. “
A avaliar pelo desenrolar dos Posts, não o diria. Mas não a quero contrariar, fique lá com a bicicleta.
Melhores cumprimentos,
Já vi que gosta de repetições, caro Anónimo. Obrigada pela bicicleta, é muito generoso da sua parte.
O que eu me diverti a ler esta troca de autênticos galhardetes. (desconfio bem que galhardete deve estar nas antipatias do Pedro Correia) :)))
Ah, não acredito, Maria… galhardete é uma palavra catita. 🙂
Galhardete é catita. Ainda sou do tempo em que se trocavam galhardetes antes dos jogos de futebol. Um gesto que revelava galhardia (palavra antiga, esta).
Eu sabia que gostavas desta, Pedro.
Também gosto da palavra galhardia.
Oh Pedro Correia fez-me tantas saudades agora. Se fez. É que, quando eu jogava Voleibol, era eu que ia entregar o galhardete à outra equipa. (No ‘meu tempo’ só se entregava um). Muito gostava eu de jogar… Ai ai (suspiros, muitos)
:)))
Sim, pior do que esta, só estoutra: «Óh!, dor corporal!». É que, apesar de tudo, dói bastante mais do que a outra…
Meu caro,
O que eu detesto mesmo é o dito odor!
🙂
Melhores desejos de continuação de boas ferias,
Obrigado
Havia antigamente um anúncio na televisão que consagrava a expressão apenas como OC…
Issso é perigoso, pode querer dizer Oliveira e Costa. O que, pensando bem, não é muito diferente…
Pelo cheiro…
Para evitar o OC é melhor usar um bom repelente de banqueiros aldrabões. Um desodorizante não chega.
Minha Senhora,
O seu ponto de vista dos Banqueiros Aldrabões é muito redutor.
Como certamente saberá, essa classe – a dos aldrabões – é muito mais extensa que isso.
E entra por variadíssimas áreas profissionais que, por respeito á senhora, não desenvolverei…
Respeitosos cumprimentos,
Extraordinário comentário, tão respeitoso que escusava de ser anónimo.
Mas explique-me lá, já agora, onde é que eu digo que todos os banqueiros são aldrabões, ou que só há aldrabões banqueiros.
Minha Senhora,
A senhora não disse “que todos os banqueiros são aldrabões, ou que só há aldrabões banqueiros.”
A senhora começou por dizer que “é melhor usar um bom repelente de banqueiros aldrabões”
Ao que eu retorqui, e queira-me perdoar a repetição “O seu ponto de vista dos Banqueiros Aldrabões é muito redutor.”
Não me parece que o tema – Os aldrabões a as várias classes profissionais por eles envolvidas – suscite grande interesse. A mim não suscita, de todo!
Já me basta a vida real neste campo e – com todo o respeito – não me merece qualquer explicação adicional sobre matéria envolvida.
Respeitosos e anónimos cumprimentos,
Respeitosamente, devo dizer-lhe que sei ler.
Mas o mais curioso é que, a avaliar pela sua reacção, o caríssimo e respeitoso anónimo foi o único a quem o tema suscitou algum interesse.
Caríssima,
“Respeitosamente, devo dizer-lhe que sei ler.”
Os meus parabéns!
“Mas o mais curioso é que, a avaliar pela sua reacção, o caríssimo e respeitoso anónimo foi o único a quem o tema suscitou algum interesse. “
A avaliar pelo desenrolar dos Posts, não o diria. Mas não a quero contrariar, fique lá com a bicicleta.
Melhores cumprimentos,
Já vi que gosta de repetições, caro Anónimo.
Obrigada pela bicicleta, é muito generoso da sua parte.
O que eu me diverti a ler esta troca de autênticos galhardetes. (desconfio bem que galhardete deve estar nas antipatias do Pedro Correia)
:)))
Ah, não acredito, Maria… galhardete é uma palavra catita. 🙂
Galhardete é catita. Ainda sou do tempo em que se trocavam galhardetes antes dos jogos de futebol. Um gesto que revelava galhardia (palavra antiga, esta).
Eu sabia que gostavas desta, Pedro.
Também gosto da palavra galhardia.
Oh Pedro Correia fez-me tantas saudades agora. Se fez. É que, quando eu jogava Voleibol, era eu que ia entregar o galhardete à outra equipa. (No ‘meu tempo’ só se entregava um). Muito gostava eu de jogar… Ai ai (suspiros, muitos)
:)))
Sim, pior do que esta, só estoutra:
«Óh!, dor corporal!». É que, apesar de tudo, dói bastante mais do que a outra…
Hehe…
E quem gosta de cultivar essa expressão corporal?
:))
Cultivar? Isso não será com o Ministério da Agricultura?
Hummm não sei, não.
:))
Que pivete…
Pestilento…