42 comentários em “Exemplo prático de mais-valia”

  1. O que se designa por: Exploração do Trabalhador
    Ainda falam na Jerónimo Martins. O pior patrão têm -no no PCP

  2. Que ternura. É o trísimo??? Não … dois trísimos! Ao menos repartem pelos fiéis??? É que há tanta gente que precisa…

  3. Isto é uma espécie de IURD, Igreja Mormon, Igreja Maná, etc. etc…. por lá é o dízimo.
    Mas têm todos filosofias comumente parecidas: Pregam as doutrinas até à exaustão, uns protegem com preces outros com manifs, mas é sempre venha a nós a vossa renda…

    1. Está a querer dizer-nos que as manifes correspondem às procissões e que as palavras d’ordem são como as ladainhas?

      1. Nada disso. As manifs são os “encontros” em que impera a histeria colectiva e onde se curam as disfunções psicossomáticas com a lavagem dos pecados, que quando não há piscina , Rio ou mar, pode muito bem ser lavagem a seco, que funciona igualmente bem, deixando a cabeça fresca, o espírito leve e o olhar num futuro avante . Aqui não há Santos para venerar, há o manifesto da verdade “a palavra” escrita nas bíblias ( que são todas diferentes) que interpretam nas leituras à luz dos conhecimentos que lhes fornecem.
        Têm muito pouco a ver com tradições seculares.

        1. “As manifs são os “encontros” em que impera a histeria colectiva”. Muito bem, tenho idade suficiente para me lembrar dos tempos em que manifs e histeria colectiva não era permitida. Tudo ordem, não havia bandalheiras. Eu também acho: todas essas anarqueiradas deviam ser proibidas e a rua ser só para gente civilizada e bem comportada. Já reparou nos desfiles da Coreia do Norte? Tudo certinho.

          1. Consta que na Coreia do Norte o partido não se limita a apropriar-se de dois terços dos salários dos seus funcionários: abocanha o bolo todo.

          2. Ora aí está : Coreia do Norte, Regime totalitário pró- comunista. Manifs contra quê ?
            Estão completamente realizados em liberdade e democracia ! And no religion too. Can you imagine ?

      2. Ah, falta o cestinho das esmolas , obviamente substituido por uma autorização de débito directo num IBAN obrigatoriamente fornecidos quando da inscrição do crente na doutrina da sua devoção.
        E se se falha um pagamentos muitos meses seguidos ( é isto eu sei ser certo) aparecem à porta uns quantos fieis do núcleo duro, para uma intervenção, que tem em vista a renovação dos votos e o fortalecimento da fé… algumas vezes com multa e juros de mora

    2. “!Isto é uma espécie de IURD, Igreja Mormon, Igreja Maná, etc. etc…. ” Sim, mais ou menos isso. Consta mesmo que o Marcelo Caetano, Salazar e Cerejeira (que eram muito religiosos) costumavam ir ás casas do PCP rezar e assistir a missas.
      Zeca

        1. “E também pagavam um terço do ordenado? ” Tanto quanto sei, qualquer deles contribuía para a religião com muito mais (mas muito mais) que um terço do ordenado.

          1. Habituaram-nos mal, foi o que foi… Agora a “crença” exige não só de quem tem e pode como até de quem provavelmente não tem ou pode pouco, porque afinal a igualdade por lá é um facto . Verdade, amigo Zé ou Zeca Religioso?

    3. “Isto é uma espécie de IURD, Igreja Mormon, Igreja Maná, etc. etc…. por lá é o dízimo.”
      Sou o Ze Religioso mas não gosto destas frases que têm ressaibos obviamente depreciativos e xenófobos. A IURD, Mormons, Maná são crenças como outras quaisquer. Não pratico nenhuma religião nem siou crente mas respeito todas. Mais, todos crentes podem pagar o que quiserem e chamar-lhe quota, dízimo etc. Como em qualquer associação.
      “Pregam as doutrinas até à exaustão, ” claro, se têm uma doutrina é de esperar que a preguem.
      “mas é sempre venha a nós a vossa renda…” Francamente…
      Todos têm o direito de se manifestarem e associarem, pagarem quotas etc. etc. O limite é a lei. Assim se uma associação (ou religião) pregar sacrifícios humanos, a mutilação genital feminina deve ser punida por tal. Se uma associação (religião) tem pouco adeptos não deve ser desprezada nem classificada como seita.
      No plano filosófico, podemos é claro, criticar e discordar. Tal como discordo de si completamente no que diz e pretende insinuar a respeito do PCP (de que, no plano político, não sou adepto).

      1. Ok, Zeca.
        Não vale a pena . Não entende a ironia, a sátira ou o sarcasmo por analogia , está no seu direito. Está também no direito de expressar as suas opiniões democrática e livremente.
        Eu comento como quiser. Estou no meu direito. O moderador está no direito dele de não publicar se for vulgar ou ofensivo… ou se não gostar.
        A liberdade de expressão é um direito que se conquistou em democracia, que felizmente dá abertura a todas as religiões, políticas, cores sexualidades, etc. etc.
        Dá-me o direito de pensar como quiser e poder manifestar a minha opinião livremente. Dá-me o direito de dizer ” não pagarás!” , a pseudo democratas e pastores de oviários
        Dá-lhe o direito de se insurgir, criticar ou ignorar.
        Neste momento parti para a ignorância.BFS

        1. Bom argumento, é que eu também estava a fazer ironia sobre a sua ironia. As ironias de segundo nível são, de facto, mais difíceis de entender. As de terceiro. nem falar …

  4. Estou a falar de cor, mas penso lembrar-me de que até a Igreja do Reino de Deus cobrava muito menos do que 2/3 do rendimento aos seus fiéis…

  5. As mais valias pagam impostos. Estes 2/3 são limpinhos. A AT não age? Uma prenda acima de 500 euros deve ser declarada e o estado fica com uma percentagem.

    1. Olhe que está enganada Adelaide. Experimente denunciar ao Fisco. Ganha o título de delatora mas não consegue tramar o PCP. Não fale sem ter a certeza do que diz, a raiva é má conselheira.

      1. Caro anónimo:
        tenho um conhecimento razoável do PCP. Em geral cumprem escrupulosamente as leis e não acredito que, nessa matéria, haja fuga ao fisco. Mas como diz um comentador, o melhor é ir à fonte e perguntar. Estou convencida de que cumprem todas as formalidades. Quem quiser atacar o PCP que não vá por aí, em princípio perderá sempre. Deve atacar-se pela sua linha política, nisso não me importo de colaborar. Em bocas não.

  6. Quando uma pessoa não grama uma coisa (neste caso o PCP que, por acaso eu também não gramo) perde a cabeça e desata a dizer asneiras. Quando comecei a escrever tencionava explicar como é que as coisas se passam no PCP. Mas desisti porque sei que vocês, comentadores, sabem muito bem como é, não adianta explicar. Não é como dizem e ainda por cima não há fuga ao fisco. O PCP deve ser criticado, e muito, mas não é por aí.

    1. Não estará o anónimo a querer ser mais papista do que o Papa? Repare que quem explicou foi um presidente de Câmara, que é comunista e militante do PCP. Quer fonte mais fidedigna?

  7. Todavia, há exemplos de comunistas que enriqueceram….
    há uns anos, corria por aí um email com a riqueza de Odete santos….

    provavelmente haverá outras situações bem mais …..capitalistas……

    será em sacos de plástico?

    talvez assim se compreenda como o PCP substitui alguns autarcas..
    sorte não terem media a investigar..

    mas que há riquezas muito estranhas……

  8. Para o Anónimo das 23:46

    Possivelmente porque não sou um comentador frequente, confesso que gostaria de saber como funcionam essas coisas no pcp pois embora já tivesse lido este tipo de relato nunca tive conhecimento de como efectivamente funciona.
    Obrigado.
    ASantos

      1. O camarada Jerónimo já veio a público mostrar a mais completa solidariedade para com as acções de protesto da Associação dos Lesados do PCP, que incluem uma gloriosa jornada de luta no dia de São Nunca à tarde.

  9. Uma vez fui encaminhado para uma “oportunidade de trabalho” num jornal de inspiração marxista governado pelos comunistas do lugar. Já tinham a pessoa para o lugar a trabalhar lá inclusivamente — estavam só a sacar o subsídio ao Estado.

      1. Ai agora a culpa é minha? Não vou fazer o trabalho do IEFP.

        O IEFP sabem muito bem que as câmaras, juntas de freguesia, associações, IPSS e cooperativas fazem isso há anos: trabalho a meio custo com isenção de SS através de estágios profissionais ou programas ocupacionais (como era o caso — ainda mais indecente porque é uma autêntica exploração em que também o Estado tenta não pagar o subsídio como lhe compete — uma vergonha completa). Todas essas instituições beneficiam da simpatia esquerdista com os instrumentos do regime: a mesma esponja imunda com que os jornalistas se lavam de manhã.

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