Jorge Lacão disse-o ontem muitas vezes, mas parece que ninguém lhe ligou. Vai daí, Teixeira dos Santos teve de vir hoje dizer mais uma vez que não há qualquer regime de excepção nos cortes salariais nas empresas públicas: «Adaptação não é sinónimo de excepção.» E acrescentou que os cortes salariais nas empresas públicas serão «da forma que as administrações entenderem», mas que não irá autorizar «nada diferente» do corte de cinco por cento nas remunerações em todo o sector público, «caso contrário, a aplicação da regra dos cinco por cento criaria dificuldades».
Excepto uma excepção – dia dois
jmmcc,

Isto é execrável, penso que não há mais comentários possíveis.
Peço a vossa ajuda na divulgação de uma petição online contra o despedimento de 336 trabalhadores da Groundforce Faro.
Eu entendi perfeitamente: adaptação, não é sinal de excepção, certo?
E é da forma que os administradores entenderem. Certo?
Falar claro nem sempre é certo, mas é claro, certo?
No caso, duvido.
Duvidas, certo?
Nao tenho bem a certeza, João. Sinto que mais umas declarações do Ministro talvez venham a ser necessárias.
Bom… Eu dei o meu melhor.
Como se costuma dizer, uma imagem vale mais do que mil palavras:
http://utopiarealista.blogspot.com/2010/1 1/democracia-portuguesa.html
Boa.
Claríssimo: adaptação é o forte dos portugueses. Adaptamo-nos a tudo, até às maiores injustiças e aldrabices. Como é o caso.
Ora ainda bem que dei uma ajudinha para tornar tudo mais claro.
Já estava tudo claro, certo?
Até a dúvidas já são claras.
Só passam a ser dúvidas com as sucessivas adaptações …
Adaptações incertas para excepções inclaras…