Dizia Confúcio que “o homem de bem é direito e justo, mas não rígido e inflexível“.
Decidi, por isso mesmo, retribuir a simpatia do Sapo e a lembrança do Pedro, libertando os comentários a este post. Penso que a Igreja portuguesa e D. José também têm o direito de saber o que os leitores deste blogue pensam deles. E peço desculpa aos que entretanto viram os seus comentários apagados.
Será impossível melhorar se não nos conhecermos.

Gostei, Sérgio.
🙂
Muito bem, Sérgio.