Não era preciso vir a OCDE constatar isto. Bastava competência, bom senso e um cabal conhecimento do terreno.
Evidências
cronicasnofeminino,
Não era preciso vir a OCDE constatar isto. Bastava competência, bom senso e um cabal conhecimento do terreno.
Boa. Até bastava competência e um cabal conhecimento do terreno, mesmo sem bom senso. Porque as duas características anteriores já indicariam senso comum.
Tem razão, João. Com competência dispensa-se o bom senso neste caso mas não é preciso ser-se génio para perceber que, por exemplo, não nos devemos avaliar uns aos outros por uma questão de imparcialidade, logo é puro bom senso. Lamentável é que tudo surja nesta altura, como se alguém acreditasse na inocência de Maria de Lurdes Rodrigues.
Sou eu que apoio a tua razão, Leonor.
Mudanças evidentes
são indispensáveis,
os protestos foram candentes
e de razões responsáveis!
Uma avaliação falhada
defendida com teimosia,
uma ministra arrolhada
por tanta hipocrisia.
Insensível às preocupações
e às razões conscientes,
foram tantas as aberrações
em declarações despicientes.
Segundo o relatório da OCDE, “os esforços do Governo para introduzir um modelo de avaliação de professores com consequências são muito importantes e devem ser apoiados.”
Concordo. Basta um pouco de bom-senso e conhecimento do terreno para perceber isto.
Um pouco de bom-senso é coisa que não existe, Luís. O bom-senso simplesmente existe ou não existe. Se for só um pouco desce para a categoria de senso comum.