Tenho dúvidas. Tenho o enorme defeito (ou será feitio) de gostar de ver pessoas. Prefiro os professores ao vivo, as compras com alguém à frente, os géneros em quantidade e diversidade; e os colegas e chefias no local de trabalho à relação mediada que ora se oferece. Parece a mesma coisa mas é uma coisa outra. Perde-se a humanidade nos actos e ainda há os que não acontecem e fazem falta, pobre forma de socializar é esta. O tele é um complemento e não uma substituição. Mas, neste momento, para muita gente, é tudo. Estamos a tornar-nos perigosos; todos os défices, se em exagero, são perigosos. Bom dia
Concordo consigo. Eu também gosto de ver e de falar com as pessoas ao vivo, e bem de perto de preferência. Aliás, por isso detesto falar ao telefone. Sou forçado a dar aulas pela internet, mas acho detestável. É uma aula completamente desprovida de qualidades humanas.
A Berlenga tem faroleiro? Eu diria que o farol funciona automaticamente. Ademais, creio que a Berlenga tem habitantes quase permanentes (pescadores). O faroleiro não está lá só. E o Pedro tem a Avenida da Igreja, a qual está cheia de gente, para passear. Pode sentar-se num banco dela, em amena cavaqueira com os vizinhos.
Por acaso a Berlenga tem dois faroleiros. Fazem sempre turnos de dois. Turnos que duram uma semana, creio. Depois são revezados. O farol está automatizado mas é necessário manter vigilância para o caso de ser necessário activar o sistema de emergência por súbita falta de energia ou alguma avaria técnica. Segundo o protocolo internacional, a que Portugal está vinculado, os faróis para serem certificados devem estar em funcionamento pelo menos 99% do tempo. Sempre, na prática.
Também sempre gostei de faróis e visitava-os sempre que podia. Há tempos passou na TV uma reportagem sobre mulheres faroleiras e lembro-me de pensar que bom seria passar ali uma temporada, rodeada de mar, poder vaguear por ali à vontade, ler sem ninguém me interromper… Ah, convinha ter um cão, não fosse ficar com medo à noite… caso me pusesse a ler a Jamaica Inn
Acho que ainda tenho (onde estarão?) uma série de selos e gravuras de faróis pintados, salvo erro, pela Maluda.
Eu sinto-me m muito bem em casa. Só receio que o vírus desapareça e as ruas voltem a estar cheias de multidões e as auto estradas engarrafadas. Onde quase nem se pode respirar.
Não sei, julgo eu que me sinto pior que ele. Eu ainda não me habituei:).
A gente habitua-se a tudo. Ao teletrabalho, às telecompras, à telescola…
Tenho dúvidas. Tenho o enorme defeito (ou será feitio) de gostar de ver pessoas. Prefiro os professores ao vivo, as compras com alguém à frente, os géneros em quantidade e diversidade; e os colegas e chefias no local de trabalho à relação mediada que ora se oferece. Parece a mesma coisa mas é uma coisa outra. Perde-se a humanidade nos actos e ainda há os que não acontecem e fazem falta, pobre forma de socializar é esta. O tele é um complemento e não uma substituição. Mas, neste momento, para muita gente, é tudo. Estamos a tornar-nos perigosos; todos os défices, se em exagero, são perigosos.
Bom dia
Eu, aqui na minha Berlenga metafórica, só vejo cagarras. Ao vivo. Ainda ninguém inventou a telecagarra.
Concordo consigo. Eu também gosto de ver e de falar com as pessoas ao vivo, e bem de perto de preferência. Aliás, por isso detesto falar ao telefone.
Sou forçado a dar aulas pela internet, mas acho detestável. É uma aula completamente desprovida de qualidades humanas.
:)))
Você dá aulas de quê?
A Berlenga tem faroleiro? Eu diria que o farol funciona automaticamente.
Ademais, creio que a Berlenga tem habitantes quase permanentes (pescadores). O faroleiro não está lá só.
E o Pedro tem a Avenida da Igreja, a qual está cheia de gente, para passear. Pode sentar-se num banco dela, em amena cavaqueira com os vizinhos.
Por acaso a Berlenga tem dois faroleiros. Fazem sempre turnos de dois. Turnos que duram uma semana, creio. Depois são revezados.
O farol está automatizado mas é necessário manter vigilância para o caso de ser necessário activar o sistema de emergência por súbita falta de energia ou alguma avaria técnica.
Segundo o protocolo internacional, a que Portugal está vinculado, os faróis para serem certificados devem estar em funcionamento pelo menos 99% do tempo. Sempre, na prática.
Obrigado pelo esclarecimento sobre os faroleiros.
Sempre gostei de faróis, embora não tenha a menor vocação para faroleiro.
Também sempre gostei de faróis e visitava-os sempre que podia. Há tempos passou na TV uma reportagem sobre mulheres faroleiras e lembro-me de pensar que bom seria passar ali uma temporada, rodeada de mar, poder vaguear por ali à vontade, ler sem ninguém me interromper…
Ah, convinha ter um cão, não fosse ficar com medo à noite… caso me pusesse a ler a Jamaica Inn
Acho que ainda tenho (onde estarão?) uma série de selos e gravuras de faróis pintados, salvo erro, pela Maluda.
Tudo de bom, Pedro.
🌻
O Pedro está a tornar-se um grande fotógrafo
Eu sinto-me m muito bem em casa. Só receio que o vírus desapareça e as ruas voltem a estar cheias de multidões e as auto estradas engarrafadas. Onde quase nem se pode respirar.