Bem, é preciso notar que os nossos miúdos da primária só agora estáo a aprender a dizer ‘yes’ e ‘no’, ao passo que os miúdos britânicos da primária já dominam o inglês com fluência…
A polémica faz falta sem ti. Achas o anúncio já famoso do BE xenófobo ou não? Eu ando a tentar explicar umas coisas ao people do Cachimbo, mas não anda fácil!
suspeitissimo o meu comentário, claro está, não me puxassem as costelas patriotas e .. divididas. 😉
Mas .. e há sempre um mas quando analiso o sensacionalismo não posso deixar de mencionar que comparativamente ao que os meus Avós aprenderam na escola e até fazendo a comparação com o que os meus Pais aprenderam até ao final do liceu, concluo que muita mudança ocorreu entretanto .. Sinal dos tempos? Sem dúvida.
Não são só os europeus, meu caro… Estamos num novo paradigma e eu não sei onde vamos parar. Um dia destes ainda tem que se pedir desculpa por saber ler e escrever….
Isto faz tanto sentido como ter ensinado à minha geração a ler os livros do Patinhas. Eu cá pensava que na escola se aprendiam as coisas que ainda não se sabem. Aparentemente não será bem assim na Inglaterra.
Realmente faz lembrar aquela disciplina que para aí andou de “introdução à informática” no 12º ano. Uma pessoa já andava nos chats e a fazer compras na net e tinha aulas de MS DOS. Enfim…
É verdade caro “primo” (não encontro muitas pessoas com o mesmo apelido que eu). Mas o pior foi quando um amigo, estudante de Farmácia, me disse que a tal disciplina consistia em ter as aulas num quadro. O único contacto com o computador consistia em mostrar imagens de um computador através de transparências…
“os alunos a ter mais a dizer sobre a matéria”? Como, se ainda não a conhecem???? Se depender só deles a escolha, vão passar a aprender música, futebol e informática…
Endoideceram… Mas sabe? Para mim estas escolhas não são de todo inocentes. Convém imenso aos líderes e aos reformadores que se conheça muito pouco acerca do passado colectivo de cada povo, enquanto naciionalidade. Torna-nos acríticos e sem identidade, sem sentido de pertença, sem noção de ascendente (em todos os sentidos do termo… :-). Pelo que, dentro em breve, os nossos “maiores” serão mesmo.. os nossos decisores. A aldeia global é assim mesmo: iletrada e primitiva (e nem o próprio lugarejo onde vive conhece-:)
A dama de ferro tinha as suas incoerências, de facto. mas neste caso há problemas gerais, é todo um movimento “moderno” anti-cultura que se está a generalizar. Dá-me pena. Sobretudo porque as gerações futuras vão ter desafios brutais nas sociedades modernas e parece-me que lhes estamos a retirar ferramentas fundamentais… Um abraço!
Bem, é preciso notar que os nossos miúdos da primária só agora estáo a aprender a dizer ‘yes’ e ‘no’, ao passo que os miúdos britânicos da primária já dominam o inglês com fluência…
Pois é! E agora vão ser os masters do twitter. Rule Britannia!
Caríssimo,
A polémica faz falta sem ti. Achas o anúncio já famoso do BE xenófobo ou não? Eu ando a tentar explicar umas coisas ao people do Cachimbo, mas não anda fácil!
Abraço, Carlos 3/resposta-porque-deve-o-psd-pedir.html
http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/0
Para já, vou-me abster dessa polémica, caro amigo! Um abraço!
Churchill? Vem no Facebook?
Da irreversível (?) decadência…
Subscrevo…
suspeitissimo o meu comentário, claro está, não me puxassem as costelas patriotas e .. divididas. 😉
Mas .. e há sempre um mas quando analiso o sensacionalismo não posso deixar de mencionar que comparativamente ao que os meus Avós aprenderam na escola e até fazendo a comparação com o que os meus Pais aprenderam até ao final do liceu, concluo que muita mudança ocorreu entretanto ..
Sinal dos tempos?
Sem dúvida.
🙂
Ah! afinal a loucura é geral!!!
Como dizia o outro, está tudo doido…
Não estão loucos. Estão a seguir o “excelente” sistema de ensino português para tentar nivelar por baixo os países europeus.
Não são só os europeus, meu caro… Estamos num novo paradigma e eu não sei onde vamos parar. Um dia destes ainda tem que se pedir desculpa por saber ler e escrever….
Isto faz tanto sentido como ter ensinado à minha geração a ler os livros do Patinhas. Eu cá pensava que na escola se aprendiam as coisas que ainda não se sabem. Aparentemente não será bem assim na Inglaterra.
Realmente faz lembrar aquela disciplina que para aí andou de “introdução à informática” no 12º ano. Uma pessoa já andava nos chats e a fazer compras na net e tinha aulas de MS DOS. Enfim…
É verdade caro “primo” (não encontro muitas pessoas com o mesmo apelido que eu). Mas o pior foi quando um amigo, estudante de Farmácia, me disse que a tal disciplina consistia em ter as aulas num quadro. O único contacto com o computador consistia em mostrar imagens de um computador através de transparências…
“os alunos a ter mais a dizer sobre a matéria”? Como, se ainda não a conhecem???? Se depender só deles a escolha, vão passar a aprender música, futebol e informática…
Endoideceram…
Mas sabe? Para mim estas escolhas não são de todo inocentes. Convém imenso aos líderes e aos reformadores que se conheça muito pouco acerca do passado colectivo de cada povo, enquanto naciionalidade.
Torna-nos acríticos e sem identidade, sem sentido de pertença, sem noção de ascendente (em todos os sentidos do termo… :-).
Pelo que, dentro em breve, os nossos “maiores” serão mesmo.. os nossos decisores.
A aldeia global é assim mesmo: iletrada e primitiva (e nem o próprio lugarejo onde vive conhece-:)
Assino por baixo. Duas vezes, se for possível!
Pois é! E lembrar que este descer de nível começou, na época recente, sob a tutela de uma tal dama de ferro, Tatcher de sua graça.
A dama de ferro tinha as suas incoerências, de facto. mas neste caso há problemas gerais, é todo um movimento “moderno” anti-cultura que se está a generalizar. Dá-me pena. Sobretudo porque as gerações futuras vão ter desafios brutais nas sociedades modernas e parece-me que lhes estamos a retirar ferramentas fundamentais… Um abraço!
É só esperar até que cá chegue.