Magnífico texto, o teu, que me tinha escapado por completo! Obrigada! The End of The Affair é também um dos livros da minha vida: aliás, é referido e citado no meu romance “Fazes-me Falta”. Creio que seria bom que as pessoas dessem a ler obras destas aos jovens, gostaria de ter lido todos estes romances que refiro aos 15 ou 16 anos – tornaria a relê-los, claro, ao longo da vida – em vez de ter perdido tanto tempo a ler toda a tralha da “Biblioteca das Raparigas” que então me ofereciam…
Algumas, sim. O design editorial continua, na minha opinião, a ser um problema maior da edição portuguesa. Mas podemos sempre forrar os livros. Das más traduções é que não podemos defender-nos – e as destes livros que recomendo (refiro-me aos estrangeiros, claro) são todas de confiança, embora os editores, de uma forma geral, respeitem muito pouco essa outra forma de criação literária…
Resta saber por que razão os artistas e os designers são sempre removidos das decisões ligadas às capas (“sempre” é uma hipótese de trabalho, não é uma afirmação para levar à letra). É como ir ao médico e não acreditar em nada do que nos dizem.
Trazes aqui um dos livros da minha vida, Inês. andes-romances-21-6691317
Um livro sobre o qual já escrevi aqui:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/gr
Magnífico texto, o teu, que me tinha escapado por completo! Obrigada! The End of The Affair é também um dos livros da minha vida: aliás, é referido e citado no meu romance “Fazes-me Falta”. Creio que seria bom que as pessoas dessem a ler obras destas aos jovens, gostaria de ter lido todos estes romances que refiro aos 15 ou 16 anos – tornaria a relê-los, claro, ao longo da vida – em vez de ter perdido tanto tempo a ler toda a tralha da “Biblioteca das Raparigas” que então me ofereciam…
capas horrendas!
Algumas, sim. O design editorial continua, na minha opinião, a ser um problema maior da edição portuguesa. Mas podemos sempre forrar os livros. Das más traduções é que não podemos defender-nos – e as destes livros que recomendo
(refiro-me aos estrangeiros, claro) são todas de confiança, embora os editores, de uma forma geral, respeitem muito pouco essa outra forma de criação literária…
Resta saber por que razão os artistas e os designers são sempre removidos das decisões ligadas às capas (“sempre” é uma hipótese de trabalho, não é uma afirmação para levar à letra). É como ir ao médico e não acreditar em nada do que nos dizem.
Boas escolhas. Há um que não li. Talvez deva oferecê-lo a mim mesma.
Bem escolhidos …