Se conseguir provar que, durante os tempos de reis icónicos como D. Afonso Henriques, D. Dinis, D. João Il, etc, etc, existiam países democráticos no mundo com as mesmas regras e direitos fundamentais de hoje, concordarei já consigo. Até lá se calhar era melhor começar a ter a noção do enquadramento histórico das coisas antes de dizer o que disse. Não faz qualquer sentido comparar a sociedade e tipo de governação de há séculos atrás com a recente. Se o fizer então até há coisa de 60/70 anos toda a humanidade era constituída por monstros. Ora evidentemente que não era, a questão é que a sociedade e os valores evoluíram com o tempo. Fidel tem de ser comparado aos seus contemporâneos e não a governantes de há séculos e séculos atrás. O problema é que, nessa comparação, não há como negar que foi um ditador num mundo em que existiam alternativas cimentadas, daí que perceba o seu desespero em tentar atirar comparações patéticas para os olhos dos outros pois se o comparar aos contemporâneos terá de admitir o que não quer.
Quantos países democráticos havia quando Fidel Castro chegou ao poder? Quando é que Cuba foi uma democracia? Sim, Fidel Castro tem de ser comparado aos seus contemporâneos. Quando chegou ao poder, Portugal e Espanha eram ditaduras. Todos os países da América Latina ou eram ditaduras ou viriam a tornar-se ditaduras nos anos seguintes. Fidel foi um homem do seu tempo.
Fidel chega ao poder em 1959 como 1o ministro. Nessa altura haviam já vários países democráticos tais como os EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Reino Unido, França, RFA, os países nórdicos, Suíça, Áustria, Itália, Luxemburgo, Bélgica, Holanda, etc, etc, isto é, já havia uma democracia sólida implantada em vários países do globo mas, curiosamente, (ou não) nenhum deles atingiu a democracia com regimes comunistas vá-se lá saber porquê. Por fim e, pela sua ordem de ideias já que Fidel tem desculpa por ter sido o que foi (um ditador comunista), por ser “um homem do seu tempo” e que, portanto, devemos desculpá-lo, então dirá o mesmo sobre Salazar? É que Salazar também chegou ao poder absoluto quando a Europa estava nas mãos (ou à beira de estar) de vários regimes totalitários, ou não? Então Salazar também foi apenas “um homem do seu tempo” é isso? Há já sei esse não era comunista logo era um ditador mauzao e sem desculpas. Está a ver como pela boca morre o peixe?
“nenhum deles atingiu a democracia com regimes comunistas” Já ouviu falar em Salvador Allende? Pois, não convém. Fidel derrubou uma ditadura (se impôs outra, já é outra história). Salazar e Franco derrubaram democracias.
Ui, que excelente exemplo que foi buscar, alguém que liderou um país cujas políticas levaram a uma inflação acima dos 300% no preço de produtos básicos, a um desemprego galopante, ao desequilíbrio total das contas públicas e cuja famosa reforma agrária originou diretamente centenas de mortes, tendo tudo isto acabado por levar a um golpe militar.
Fidel poderia ter derrubado uma ditadura e ter depois criado as condições para um estado democrático mas nunca o fez, não vale a pena dourar a pílula, era e sempre foi um ditador.
Quanto a Salazar a verdade é que chega ao poder, após um golpe militar fruto do fracasso total da 1a República onde ninguém sequer conseguia praticamente governar com quedas atrás de quedas de governos. Claro que isso nunca justificará nem desculpará Salazar pois será sempre um ditador tal como Fidel o foi. Não há ditadores bons nem maus, há apenas e só ditadores independentemente da cor política, todos são ilegítimos.
O primeiro parágrafo do comentador Luis é uma fanfic muito boa.
Isso tudo porque é mentira o que disse é isso? Pode sempre apresentar números que o desmintam, esteja à vontade, não se acanhe. Por exemplo, poderá utilizar os números relativos à saúde que melhoraram muito nesse período, é um facto. O problema é que não se pode passar do 8 ao 80 em 2 ou 3 anos sob pena de se rebentar com os cofres do país e depois ir tudo por água abaixo como foi o caso. Pode ser injusto mas sem finanças equilibradas não há nada mais que possa ser equilibrado solidamente, o vil metal manda essa é que é a verdade.
Fidel expulsou mais de 1 milhões de cubanos e uns bons milhares morreram afogados, curiosamente os “jornalistas de referência não populistas” dizem que estas pessoas são dissidentes, não dizem que são refugiados. Deve ser por essa razão que nunca quiseram tirar uma foto das inúmeras crianças Cubanas afogadas e dar destaque ao contrário da criança Síria…
Cada jornalista é pago para fazer propaganda ao seu jornal, neste caso o The Wall Street Journal até dá comissão a angariadores de assinantes. Os do Público é nem nos ardinas.
Não sou a favor de derrubar estátuas. Todos tiveram o seu momento na história. Devia sim colocar-se uma placa explicativa, grande e bem à vista a dizer :” Ditador, facínora e criminoso. Governou Cuba até exaurir a terra e as gentes em proveito próprio. Que a história nunca esqueça”.
Bem me queria parecer que o Fidel viveu na Idade Média, ou Idade das Trevas como lhe queiram chamar, onde não havia conhecimento nem informação e o passatempo dos homens era fazer guerra e matar pessoas… tál e qual.
Na parte do “criminoso” concordo. Fidel Castro foi um “criminoso” durante a ditadura de Baptista. Do mesmo modo que Mário Soares ou Álvaro Cunhal foram “criminosos” antes de 1974.
Estes anónimos são doidos! Comparar um déspota sicário e assassino, com teóricos de esquerda, extrema ou nem por isso, deste país à beira mar plantado! Só você para me fazer rir.
Se também forem derrubadas as estátuas dos reis portugueses, tão ou mais autoritários que Fidel Castro, concordo.
Se conseguir provar que, durante os tempos de reis icónicos como D. Afonso Henriques, D. Dinis, D. João Il, etc, etc, existiam países democráticos no mundo com as mesmas regras e direitos fundamentais de hoje, concordarei já consigo. Até lá se calhar era melhor começar a ter a noção do enquadramento histórico das coisas antes de dizer o que disse. Não faz qualquer sentido comparar a sociedade e tipo de governação de há séculos atrás com a recente. Se o fizer então até há coisa de 60/70 anos toda a humanidade era constituída por monstros. Ora evidentemente que não era, a questão é que a sociedade e os valores evoluíram com o tempo. Fidel tem de ser comparado aos seus contemporâneos e não a governantes de há séculos e séculos atrás. O problema é que, nessa comparação, não há como negar que foi um ditador num mundo em que existiam alternativas cimentadas, daí que perceba o seu desespero em tentar atirar comparações patéticas para os olhos dos outros pois se o comparar aos contemporâneos terá de admitir o que não quer.
Quantos países democráticos havia quando Fidel Castro chegou ao poder? Quando é que Cuba foi uma democracia? Sim, Fidel Castro tem de ser comparado aos seus contemporâneos. Quando chegou ao poder, Portugal e Espanha eram ditaduras. Todos os países da América Latina ou eram ditaduras ou viriam a tornar-se ditaduras nos anos seguintes. Fidel foi um homem do seu tempo.
Fidel chega ao poder em 1959 como 1o ministro. Nessa altura haviam já vários países democráticos tais como os EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Reino Unido, França, RFA, os países nórdicos, Suíça, Áustria, Itália, Luxemburgo, Bélgica, Holanda, etc, etc, isto é, já havia uma democracia sólida implantada em vários países do globo mas, curiosamente, (ou não) nenhum deles atingiu a democracia com regimes comunistas vá-se lá saber porquê.
Por fim e, pela sua ordem de ideias já que Fidel tem desculpa por ter sido o que foi (um ditador comunista), por ser “um homem do seu tempo” e que, portanto, devemos desculpá-lo, então dirá o mesmo sobre Salazar? É que Salazar também chegou ao poder absoluto quando a Europa estava nas mãos (ou à beira de estar) de vários regimes totalitários, ou não? Então Salazar também foi apenas “um homem do seu tempo” é isso? Há já sei esse não era comunista logo era um ditador mauzao e sem desculpas. Está a ver como pela boca morre o peixe?
“nenhum deles atingiu a democracia com regimes comunistas”
Já ouviu falar em Salvador Allende? Pois, não convém. Fidel derrubou uma ditadura (se impôs outra, já é outra história). Salazar e Franco derrubaram democracias.
Ui, que excelente exemplo que foi buscar, alguém que liderou um país cujas políticas levaram a uma inflação acima dos 300% no preço de produtos básicos, a um desemprego galopante, ao desequilíbrio total das contas públicas e cuja famosa reforma agrária originou diretamente centenas de mortes, tendo tudo isto acabado por levar a um golpe militar.
Fidel poderia ter derrubado uma ditadura e ter depois criado as condições para um estado democrático mas nunca o fez, não vale a pena dourar a pílula, era e sempre foi um ditador.
Quanto a Salazar a verdade é que chega ao poder, após um golpe militar fruto do fracasso total da 1a República onde ninguém sequer conseguia praticamente governar com quedas atrás de quedas de governos. Claro que isso nunca justificará nem desculpará Salazar pois será sempre um ditador tal como Fidel o foi. Não há ditadores bons nem maus, há apenas e só ditadores independentemente da cor política, todos são ilegítimos.
O primeiro parágrafo do comentador Luis é uma fanfic muito boa.
Isso tudo porque é mentira o que disse é isso? Pode sempre apresentar números que o desmintam, esteja à vontade, não se acanhe. Por exemplo, poderá utilizar os números relativos à saúde que melhoraram muito nesse período, é um facto. O problema é que não se pode passar do 8 ao 80 em 2 ou 3 anos sob pena de se rebentar com os cofres do país e depois ir tudo por água abaixo como foi o caso. Pode ser injusto mas sem finanças equilibradas não há nada mais que possa ser equilibrado solidamente, o vil metal manda essa é que é a verdade.
Fidel expulsou mais de 1 milhões de cubanos e uns bons milhares morreram afogados, curiosamente os “jornalistas de referência não populistas” dizem que estas pessoas são dissidentes, não dizem que são refugiados. Deve ser por essa razão que nunca quiseram tirar uma foto das inúmeras crianças Cubanas afogadas e dar destaque ao contrário da criança Síria…
Refugiados? Cuba está em guerra?
Cada jornalista é pago para fazer propaganda ao seu jornal, neste caso o The Wall Street Journal até dá comissão a angariadores de assinantes.
Os do Público é nem nos ardinas.
O The Wall Street Journal é lixo de extrema-direita.
Não sou a favor de derrubar estátuas. Todos tiveram o seu momento na história. Devia sim colocar-se uma placa explicativa, grande e bem à vista a dizer :” Ditador, facínora e criminoso. Governou Cuba até exaurir a terra e as gentes em proveito próprio. Que a história nunca esqueça”.
Foi tão “ditador, facínora e criminoso” como D. Afonso Henriques. Ou se calhar menos.
Bem me queria parecer que o Fidel viveu na Idade Média, ou Idade das Trevas como lhe queiram chamar, onde não havia conhecimento nem informação e o passatempo dos homens era fazer guerra e matar pessoas… tál e qual.
Na parte do “criminoso” concordo. Fidel Castro foi um “criminoso” durante a ditadura de Baptista. Do mesmo modo que Mário Soares ou Álvaro Cunhal foram “criminosos” antes de 1974.
Estes anónimos são doidos! Comparar um déspota sicário e assassino, com teóricos de esquerda, extrema ou nem por isso, deste país à beira mar plantado!
Só você para me fazer rir.
diálogo de cómico cubano em Miami a fazer de fidel para chavez
«habla el comandante: cabrón, hijo de puta!»